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Bruno Covas tem redução expressiva do tumor e médicos comemoram

Prefeito foi diagnosticado com câncer e deve iniciar novo ciclo de quimioterapia

Por Redação VEJA São Paulo - Atualizado em 14 Feb 2020, 15h48 - Publicado em 9 Dec 2019, 15h36

Bruno Covas (PSDB), o prefeito de São Paulo, começa, na terça-feira (10), um novo ciclo de quimioterapia no Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista. Covas faz tratamento contra um câncer diagnosticado na região do estômago.

A equipe médica do hospital informou que o prefeito está bem fisicamente e emocionalmente, disposto e que teve uma resposta expressiva às três primeiras sessões. “Ele está com a saúde ótima, realizando quimioterapia praticamente sem nenhum efeito colateral. Os exames de imagem mostraram um regressão expressiva das lesões“, disse o oncologista Tulio Pfiffer.

Segundo a equipe médica, Bruno Covas tem se alimentado bem, vem fazendo exercícios e a única restrição ao prefeito é que ele evite aglomeração. “A orientação da equipe continua a mesma, o limite dele é ele que impõe, e evitando as grandes aglomerações”, disse o médico David Uip.

O oncologista informou ainda que, no tumor da transição esofogástrica, a endoscopia mostrou que está cicatrizando, os linfonodos estão diminuindo de tamanho e que a única lesão que ele tem no fígado está tendo resposta expressiva.

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“Dessa forma, em time que está ganhando não se mexe. A gente vai continuar com o mesmo protocolo de quimioterapia até completar o total de quatro meses no início de fevereiro”, disse Tulio Pfiffer.

Assim como as três primeiras sessões, esta quarta quimioterapia terá a duração de 30 horas. A previsão de alta dependerá da avaliação médica após o tratamento.

Tratamento

Bruno Covas foi internado no dia 23 de outubro no Hospital Sírio-Libanês para tratamento de uma erisipela. Dois dias depois, os médicos diagnosticaram uma trombose venosa das veias fibulares e exames subsequentes apontaram tromboembolismo pulmonar e câncer. O prefeito foi diagnosticado com adenocarcinoma, um tipo de câncer na região de transição do esôfago para o estômago, além de uma metástase no fígado e uma lesão nos linfonodos.

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Segundo o cardiologista Roberto Kalil, a parte cardiológica está bem. “O estado geral do prefeito é ótimo, a parte cardíaca que tinha aqueles coágulos foi resolvida, o ecocardigrama está normal, as notícias são extremamente otimistas.”

O prefeito continuou no cargo durante o tratamento, despachando e fazendo reuniões de trabalho no próprio hospital. No dia 18 de novembro, ele voltou a despachar da sede da prefeitura.

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