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Fundação homenageia árvores centenárias da cidade

Medalhas foram conferidas por “serviços prestados à população”

Por Maurício Xavier [com reportagem de Flora Monteiro e Nathalia Zaccaro] - Atualizado em 5 dez 2016, 16h51 - Publicado em 28 set 2012, 01h00

Vinte das mais antigas árvores da cidade receberam no último dia 21 uma medalha de honra e uma placa de bronze em sua homenagem e em agradecimento por “serviços prestados à população” (abaixo, a localização das sobreviventes mais longevas).

O destino das árvores que caem na cidade

Trata-se da campanha Veteranas de Guerra, lançada pela Fundação SOS Mata Atlântica para incentivar os paulistanos a cuidar do verde em São Paulo. “As espécies são centenárias, nativas e raras”, diz o botânico do projeto, Ricardo Cardim. “São um patrimônio ambiental vivo, que deveria ser tombado ou ao menos preservado.” No site www.veteranasdeguerra.org podem ser feitas denúncias de maus-tratos à vegetação.  

Nome: Figueira-das-lágrimas

Idade estimada: 230 anos

Localização: Estrada das Lágrimas, Sacomã

 

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Nome: Jequitibá-branco (do Trianon)

Idade estimada: 200 anos

Localização: Rua Peixoto Gomide, Cerqueira César

 

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Nome: Copaíba

Idade estimada: 150 anos

Localização: Rua Inácio Borba, Granja Julieta

 

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Nome: Figueiras (da Casa do Caxingui)

Idade estimada: 150 anos

Localização: Praça Ênio Barbato I, Caxingui

 

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Nome: Xixá

Idade estimada: 140 anos

Localização: Largo do Arouche, centro

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