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Alessandra Rodrigues - Nutrição e Bem-Estar Por Blog

Creatina: o que é e como usá-la

A creatina é um constituinte dietético natural retirado de alimentos de origem animal — ela é sintetizada principalmente pelo fígados, mas os rins e o pâncreas também podem fazer o trabalho. Ela é obtida através da sintetização de 3 aminoácidos: glicina, arginina e metionina. As principais fontes de creatina para a ingestão são as carnes […]

Por Tatiane Rosset Atualizado em 26 fev 2017, 21h27 - Publicado em 21 jul 2014, 11h41

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A creatina é um constituinte dietético natural retirado de alimentos de origem animal — ela é sintetizada principalmente pelo fígados, mas os rins e o pâncreas também podem fazer o trabalho. Ela é obtida através da sintetização de 3 aminoácidos: glicina, arginina e metionina. As principais fontes de creatina para a ingestão são as carnes e peixes. Muitos estudos tem mostrado que a suplementação da creatina pode ser benéfica para praticantes de atividade física pois aumenta massa, força e potência — ou seja, tudo que um atleta sempre quis.Mas nada na vida é tão fácil assim, então vamos esclarecer o assunto:

A suplementação da creatina é muito estudada por ter mostrado a capacidade de melhorar a performance do atleta pois “fornece” energia e retarda o processo de fadiga e os resultados são de fato animadores.

Já no seu uso para aumento de massa magra, o que os estudos mostram é que na verdade acontece um acúmulo de água maior no organismo porque a creatina tem um alto poder osmótico, ou seja, ela “suga” a água, deixando o individuo mais inchadinho.

A excreção da creatina é pelos rins e doses altas e exageradas podem sim fazer mau para o organismo. Portanto, nunca use nenhum suplemento sem orientação individualizada!

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