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Arte ao Redor Tatiane de Assis é repórter da Veja SP. Acredita que as artes visuais podem aproximar pessoas e descortinar novas facetas da vida.

Quem desenhou a representação visual do coronavírus

Cada uma das estrutura coloridas vistas na imagem dos ilustradores têm explicações embasadas na estrutura do organismo

Por Redação VEJA São Paulo 2 abr 2020, 10h46

A imagem do coronavírus, ou melhor sua representação, foi criada pelos ilustradores Alissa Eckert e Dan Higgins, do Centros de Controle e Prevenção de Doenças, que é uma agência, com diferentes núcleos, ligada ao Departamento De Saúde e Serviços Sociais do Estados Unidos. 

Em matéria publicada pelo The New York Times, Alissa e Higgins explicam que os pontinhos vermelhos se referem a proteínas, chamadas spikes, que permitem que o coronavírus (que na verdade, é uma família, com vários tipos de vírus) se ligue a células humanas.

Outros tipos de proteínas, que também podem ser vistas na imagem, são representadas pela cor amarela. Elas ajudam o vírus  a entrar nas células humanas. As de cor laranjas, presentes em sua membrana, são responsáveis pelo formato do microorganismo.

O trabalho dos ilustradores começou no dia 21 de janeiro, quando foi acionado o núcleo de emergência dos CDC (sigla inglês para essa agência) e foi pedido aos profissionais que criassem uma imagem impactante do novo vírus. Sobre a repercussão da imagem na população, que se relaciona à prevenção e combate à propagação de casos, Alissa afirma: “Ele está lá fora, fazendo o seu trabalho.”

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