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Arte ao Redor Tatiane de Assis é repórter da Veja SP. Acredita que as artes visuais podem aproximar pessoas e descortinar novas facetas da vida.

Exposições prometem rever legado da Semana de Arte Moderna de 1922

Em 2021, é comemorado centenário do evento que ocorreu no Theatro Municipal de São Paulo

Por Tatiane de Assis Atualizado em 28 dez 2020, 16h57 - Publicado em 28 dez 2020, 15h50

No ano de 2021, celebra-se o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922. O evento, que ocorreu no Theatro Municipal de São Paulo, inspira duas grandes exposições em 2021 no Museu de Arte Moderna (MAM). Pode-se sentir ecos dessa iniciativa em uma mostra monográfica que será realizada no  Instituto Tomie Ohtake (ITO).

No MAM, a questão da arte abstrata, em sua vertente geométrica, aparece em uma exposição com obras da família Gomide Graz. Com curadoria de Maria Alice Milliet e por meio de objetos utilitários, é proposto um diálogo entre artes visuais e design.

Em agosto, ainda no MAM, está prevista uma grande mostra em que se olha a questão da arte moderna para além de São Paulo. Junto a nomes, como Di Cavalcanti (1897-1976), Anita Malfatti  (1889-1964) e Victor Brecheret (1894-1955), estarão assim outros tantos, a exemplo de Eliseu Visconti (1866-1944), Belmiro de Almeida (1858-1935) e Artur Timóteo da Costa ( 1882-1922). As críticas de arte e professoras Aracy Amaral assinam a curadoria.

Se concentrando em um dos grandes nomes da Semana de 22 e também alinhado à comemoração do centenário, o ITO deve promover em março a exposição Di Cavalcanti: Muralista. A curadoria fica por conta de Ivo Mesquita, que também esteve à frente da exposição de Beatriz Milhazes no Itaú Cultural.

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