De advogada a azeitóloga: a trajetória por trás do premiado azeite Lagar H
Glenda Haas troca os tribunais pelos olivais e conquista espaço na Casa Santa Luzia e no St. Marche
A curiosidade sobre o que consumia na cozinha de casa fez a advogada Glenda Haas trocar os processos pelo cultivo de olivais e a fabricação de azeites premium. Dos Estados Unidos à Itália, a paulistana mergulhou nos estudos para transformar a fazenda da família, no Rio Grande do Sul, no berço da Lagar H.
Hoje, a marca acumula mais de noventa prêmios internacionais e o selo inédito de primeira produtora de azeite carbono negativo do mundo. Com vendas em locais como a Casa Santa Luzia e a rede St. Marche, a azeitóloga gerencia a distribuição a partir de Alphaville.
“Ainda existe o mito do importado, mas o paulistano já percebeu que pode consumir um extravirgem de padrão global vindo direto do produtor nacional”, destaca. “A grande vantagem é a proximidade: quanto menor a distância do campo, maior o frescor.”
Publicado em VEJA São Paulo de 2 de outubro de 2026, edição nº 3015.






