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Especialistas dão dicas para não cair nas armadilhas dos piratas internet
(Foto: Lucas Pádua)
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1. Mantenha o antivírus de seu computador sempre atualizado, com firewall instalado, controle de navegação (que fiscaliza os sites que você acessa) e antispam.
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2. Não compartilhe senhas. Fábio Assolini, analista de vírus da Kaspersky no Brasil, aconselha que não se use a mesma senha em todos os lugares. “Não é necessário fazer uma senha gigantesca, cheia de números, mas é bom ter uma diferente para cada site ou serviço essencial que usamos”, explica.
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3. Tablets e smartphones também não estão livres de serem contaminados. “É preciso ter um cuidado especial com os dispositivos móveis, pois eles são mais fáceis de serem perdidos ou roubados e possuem informações pessoais e senhas”, afirma Fábio Assolini. Para esses aparelhos, há antivírus específicos e até softwares que codificam mensagens de texto, quando é necessário trocar informações sigilosas, por exemplo.
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4. Cuidado com as informações que você coloca na internet, especialmente com fotos. Segundo a advogada Patricia Peck Pinheiro, especialista em segurança na internet, é importante ter sempre a autorização de quem aparece nas imagens antes de publicá-las para evitar problemas na Justiça.
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5. Evite comentários sobre a sua rotina: onde mora, estuda, o seu trajeto e horários. “Esse conjunto de informações pode atrair uma amizade mas também um bandido”, alerta Patricia Peck Pinheiro.
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6. Quando se relacionar com outra pessoa virtualmente, pesquise informações sobre ela na internet para confirmar se é de fato quem fala. Se for encontrá-la pessoalmente, vá a um local público, durante o dia e com seu próprio meio de transporte, e avise alguém aonde você está indo.
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7. Gerencie o que falam de você na internet. Para isso, Patricia Peck Pinheiro sugere que você tenha perfis próprios nas redes sociais e pesquise frequentemente os conteúdos associados ao seu nome na web.
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8. Ao contrário do que se pode pensar, integrar as contas de redes sociais é uma boa opção. “Isso facilita a gestão de conteúdo a seu respeito”, explica a Patricia Peck Pinheiro.
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9. Não faça comentários difamatórios ou discriminatórios. Isso pode prejudicar sua vida profissional e até virar caso de Justiça, como aconteceu com a estudante de direito Mayara Peluso, que ofendeu os nordestinos pelo Twitter.
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10. Cuidado com as arapucas de links que nem sempre te direcionam para onde prometem, principalmente os que passaram por encurtador de URL. Normalmente, é só colocar o cursor do mouse por cima deles para enxergar o endereço completo. "Na dúvida, não clique", aconselha Patricia Peck Pinheiro.
(Foto: Royalty-free)
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11. Quando for fazer compras on-line, procure sempre os sites mais conhecidos. Confira também se aparece “https" no início da barra de endereços e se o navegador exibe uma pequena chave ou cadeado – símbolo que nem sempre é confiável, pois hoje já é imitado por piratas da web.
(Foto: Royalty-free)
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12. Suspeite de ofertas imperdíveis, com preços bem abaixo da média, e utilize um cartão de crédito com limite baixo, para o caso de suas informações serem hackeadas. Também é interessante fazer uma espécie de teste com o site, comprando um produto de menor valor antes de se aventurar com itens mais valiosos.
(Foto: Martin Poole)
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13. Ainda em relação às compras pela internet, informe os dados pessoais apenas no final do procedimento e verifique se a loja garante a confidencialidade de suas informações.
(Foto: Royalty-free)
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14. Sempre digite o site na barra de endereços do navegador, e não em páginas de buscas, onde podem haver sites fantasmas, criados com os mesmos nomes para enganar os internautas.
(Foto: Stockbyte)
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15. Nunca clique em links enviados por e-mail com o remetente de bancos. “As mensagens estão cada vez mais elaboradas e hoje chegam a fornecer até o nome completo e CPF do usuário para obter confiança”, conta Fábio Assolini.
(Foto: Royalty-free)
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16. Os sites de bancos em geral têm bastante segurança. “As falhas estão do lado do usuário”, afirma Sérgio Oliveira. Ele enfatiza que, para fazer transações bancárias sem medo, é preciso ter um bom antivírus no seu computador.
(Foto: Royalty-free)
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17. Para os pais, é importante se inteirar sobre tecnologia para que possam acompanhar seus filhos. “Muitos apenas dão um computador ou um smartphone, mas nunca conferem o que os pequenos estão fazendo com eles”, diz Patricia Peck Pinheiro.
(Foto: Royalty-free)
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18. É importante que os pais ensinem os filhos a ler cuidadosamente os termos de uso de redes sociais, regras que definem o que pode ou não ser feito e que, caso desrespeitadas, podem trazer consequências judiciais.
(Foto: Royalty-free)
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19. É preciso estabelecer uma comunicação com os filhos sobre os riscos do uso da internet, afirma Sérgio Oliveira. Para ele, “assim como os pais ensinam no mundo real a atravessar a rua, é preciso alertar que a navegação é bacana, mas existem ameaças”.
(Foto: BananaStock)
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20. É preciso vigiar os filhos, por mais que constrangedor que isso possa parecer no começo. “Os pais respondem legalmente por suas crianças e, por isso, têm a obrigação de controlar o que elas fazem”, diz Patrícia Peck Pinheiro. Para isso, vale usar softwares que controlam o acesso e mostram o que os pequenos andam fazendo na rede ou então apelar para técnicas mais básicas, como deixar o computador em um local visível da casa.
(Foto: Royalty-free)