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Confira dicas para aproveitar o melhor da São Paulo Restaurant Week

Avalie o cardápio, reserve uma mesa e leve em conta preços de bebidas e couvert antes de fazer sua escolha

Por: Redação VEJA SÃO PAULO - Atualizado em

Mesa de restaurante - Restaurant Week
Não entre numa fria: confira dicas para aproveitar o melhor do evento (Foto: ThinkStock)

A São Paulo Restaurant Week  caiu nas graças dos paulistanos, acostumados a pagar caro por uma refeição. Nesta 13ª edição do festival gastronômico, que ocorre entre os dias 2 e 15 de setembro, o menu completo, em três etapas, custa R$ 34,90, no almoço, e R$ 47,90, no jantar — mesmos valores do evento anterior, em março. Casas badaladas compõem a lista de participantes, entre elas,  210 Diner, AK Vila, Capim Santo, Donostia e Tandoor.

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Para evitar surpresas desagradáveis, é fundamental se planejar. A começar pela escolha do restaurante, que deve levar em conta o menu preparado para o evento. Isso feito, ainda é preciso considerar possíveis gastos extras. Bebidas, couvert, serviço e manobrista são cobrados à parte e podem encarecer (e muito) a conta.

Confira abaixo oito dicas para aproveitar o melhor do evento:

1. Consulte os cardápios: o prato principal costuma ser o item mais importante da refeição. Mas vale ficar atento também às opções oferecidas como entrada e sobremesa. Pedidas triviais como salada verde e frutas da estação podem deixar a experiência sem graça _e o barato acaba saindo caro.

. Escolha restaurantes que (realmente) valem a visita: o evento dá a chance de conhecer lugares bacanas (e caros). Por isso, avalie a lista de participantes. Em alguns endereços, os pratos propostos podem sair pelo mesmo preço cobrado no cardápio à la carte, fora da promoção. É comum também que um restaurante italiano, por exemplo, crie um menu especial com salmão porque é mais barato do que servir as especialidades da casa. Prefira os locais que oferecem suas receitas tradicionais. 

3. Pesquise: busque referências sobre o estabelecimento no site de VEJASAOPAULO.COM. Dentro da página de cada estabelecimento, há um espaço em que os leitores deixam seus comentários e atribuem uma avaliação ao local. 

4. Reserve mesas: como o seguro morreu de velho, ligue para o local escolhido antes de sair de casa. A espera costuma ser demorada durante o festival.

5. Prepare-se para gastar mais que o preço indicado: por mais que os valores de R$ 34,90, no almoço, e R$ 47,90, no jantar,  sejam fixos para entrada, prato principal e sobremesa, os extras podem variar dependendo do restaurante. Em casas badaladas, um suco pode custar até R$ 10,00. Bebidas alcoólicas também deixam a conta mais salgada. Não se esqueça de acrescentar os 10% do serviço.

6. Água pode sair caro: oferecer água como cortesia é prática recorrente em alguns endereços. Mesmo assim, a regra ainda é cobrar por garrafinhas de água mineral, muitas vezes de marcas  importadas. No Mangiare, por exemplo, oferecer a água como cortesia é uma prática recorrente.

7. Consulte o preço do couvert: o pãozinho com manteiga pode pesar na carteira ao fim da refeição. Como o menu promocional possui entrada, prato principal e sobremesa, dispensar esse mimo é uma boa solução.

8. Não se esqueça do estacionamento: assim como o couvert e as bebidas, o valet é cobrado à parte e custa em média R$ 20,00. Quando ligar para o restaurante, não se esqueça de perguntar o preço deste serviço. Felizmente, há casas como o arábe Saj, que oferecem o estacionamento gratuitamente.

Fonte: VEJA SÃO PAULO