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Ana Paula Padrão faz sucesso no 'MasterChef' após deixar telejornais

Apresentadora vai embolsar 1,8 milhão de reais na Band até o fim do ano e está fechando contrato para a terceira temporada do reality gastronômico

Por: Daniel Bergamasco - Atualizado em

Ana Paula Padrão
A apresentadora na cozinha de sua casa: “Já fui uma mulher sozinha e desequilibrada” (Foto: Fernando Moraes)

Todas as noites, antes de se deitar na cobertura dúplex onde vive, nos Jardins, Ana Paula Padrão toma seis gotas de Rivotril. “Só assim consigo desligar a cabeça e dormir”, justifica. No fim de 2013, ao acordar de mais uma noite de sono induzido, acabou ingerindo novamente o tranquilizante, no lugar de um remédio para sinusite. Só percebeu o equívoco quando era tarde e seguiu “em marcha lenta” para o compromisso do dia: um café com o argentino Diego Guebel, diretor artístico da Band, em uma padaria do Itaim.

“Eu estava extremamente zen, fora do meu estado normal, achando tudo lindo”, recorda ela, que havia deixado o Jornal da Record oito meses antes sob a promessa de nunca mais apresentar um noticiário. Foi assim, um tanto insólito, o primeiro de uma série de contatos formais com a emissora do Morumbi, na qual a jornalista que coleciona aventuras em países perigosos como o Afeganistão assumiu um dos maiores riscos de sua carreira: tornar- se apresentadora de um reality show gastronômico, o MasterChef, que virou o principal sucesso do canal em anos.

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Criado na TV inglesa, nos anos 90, o programa ganhou fôlego ao ser relançado, na mecânica atual, na década seguinte, e desde então tem versões bemsucedidas em todo o mundo, da China à Albânia. Consiste em uma competição de amadores com sonho de se tornar chef — os principais prêmios para o vencedor são 150 000 reais, um Fiorino com bagageiro refrigerado e uma bolsa de estudos na escola Le Cordon Bleu, em Paris.

Os três jurados são nomes consumados nas panelas paulistanas, que fazem, cada um a seu modo, o papel de carrasco: o francês Erick Jacquin (Tartar&Co), que leva o público às gargalhadas com tiradas sarcásticas, a argentina Paola Carosella (Arturito), a mais didática do trio, e Henrique Fogaça (Sal Gastronomia), o bad boy de coração mole. As provas vão de fazer uma simples torta de maçã a matar caranguejos antes de prepará- los. O sucesso é tanto que motivou uma série de competições semelhantes na TV brasileira, de confeiteiros a food trucks, nenhuma com êxito comparável.

Ana Paula Padrão
Na infância: entre a mãe, Shirley, e o pai, Fausto (Foto: Arquivo Pessoal)

Na segunda temporada, que estreou em maio e vai ao ar até setembro, a audiência tem sido ainda maior (6,5 pontos de média na Grande São Paulo nos primeiros doze episódios, 70% a mais que na anterior). Uma das maiores mudanças foi o aumento de participação de Ana Paula. Além de ditar as regras de cada prova, ela intensificou as entrevistas com participantes, ressaltando os perfis e conflitos entre eles.

Há uma década fora da Globo, com passagens de menor repercussão pelo jornalismo das redes de Silvio Santos e Edir Macedo, voltou a experimentar esporadicamente o primeiro lugar do Ibope — exibido às terças, por volta das 22h30, ficou na liderança durante meia hora no último dia 4. No Twitter, a competição culinária é o programa da TV aberta mais comentado do país, com 300 000 citações por edição. “Ganhei um público infantil e pararam de pedir para eu voltar a usar o cabelo chanel dos tempos de Jornal da Globo”, diverte-se. “Hoje, o que eu ouço é: ‘Dá para ver como você fica aflita de verdade nas provas’.”

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Ana Paula Padrão
Na Olimpíada de Sydney, em 2000: pela Globo (Foto: Arquivo Pessoal)

A tal “sofrência” nas expressões faciais, diante das trapalhadas dos participantes no fogão, torna-se matéria-prima para montagens nas redes sociais. O mesmo acontece com o visual repaginado: cabelos longos encaracolados (que ela mantém lisos e encurtados fora das gravações) e figurinos extravagantes. Recentemente, apareceu no ar com um look que “combinava” jaqueta preta de franjas com calça verde-musgo. “São peças pensadas para dar o que falar”, jura a apresentadora, de 49 anos, que se diverte com a repercussão e chega a compartilhar algumas piadas em suas próprias redes. “Só não suporto ofensa pessoal, chamarem de ‘lixo’. Isso dói”, reclama. Há duas semanas, após a provocação de um internauta (“você devia ser a eliminada”), não engoliu o desaforo: “Vira chef e me elimina!”.

Ana Paula Padrão
Ana Paula ao lado de Silvio Santos, antes de debate presidencial no SBT: em 2006 (Foto: Arquivo Pessoal)

Nos bastidores da Band, está em alta, em tratativas finais para a terceira temporada do show, ainda não anunciada pelo canal. Antes, dentro de menos de dois meses, ela e o trio de jurados começam a gravar o MasterChef Júnior, com calouros das panelas de 8 a 13 anos, ainda sem data prevista para a estreia. Em parte das versões internacionais, o programa se vale só dos cozinheiros no comando, sem a figura de âncora. “Na adaptação brasileira, com cerca de duas horas de duração, ter alguém para dar ritmo à competição é fundamental”, avalia o diretor, Patricio Diaz.

Ele, os três chefs e a jornalista se tornaram amigos fora do ar e se falam em um grupo de WhatsApp. “Eu a chamo de patroa, porque me deu muitas dicas de TV no começo, sobre como falar para a câmera”, diz Jacquin. Recentemente, Ana Paula voltou doente de gravações em Manaus e, sob suspeita de ter adquirido um vírus silvestre (era, na verdade, uma infecção respiratória decorrente de queda de imunidade), passou dois dias internada no Hospital Israelita Albert Einstein. Quando retornou ao estúdio, Paola mandava buscar comida em seu restaurante, Arturito, para que ela se alimentasse no estúdio. A apresentadora só fica de fora (por opção própria) da informação sobre o nome do vencedor da competição, que já está definido (com registro em cartório) e será anunciado no episódio derradeiro, em 15 de setembro.

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Contratada da Band, recebe salário fixo (que não comenta) estimado em 100 000 reais, independentemente de estar ou não no ar, e 300 000 reais extras por temporada da atração — ao longo de 2015, terá embolsado algo em torno de 1,8 milhão de reais (na Globo, o contracheque estava na casa dos 90 000 mensais; no SBT, alcançou perto do triplo desse valor). Há algumas semanas, passou a incrementar os ganhos com ações de merchandising. Estima-se que tenha faturado 8 000 reais em cada uma das duas ações-relâmpago que fez: para uma marca de temperos e outra de facas. “Eu quis testar se o público me estranharia na publicidade, mas foi bastante natural.” Isso não quer dizer que abandonará o jornalismo. “Bancada eu acho muito chato, não farei de novo, mas continuo entusiasmada com reportagens.”

Ana Paula Padrão
Na faculdade em Brasília: estilo perfeccionista (Foto: Arquivo Pessoal)

Nascida em Brasília, primogênita de três filhos em uma família de classe média (pai advogado e mãe dona de casa), leva uma vida confortável, mas sem esbanjar além da conta. Não tem no armário, por exemplo, nenhum salto Louboutin, item da sola vermelha onipresente nos guarda-roupas de famosas. “Não pago 5 000 reais num calçado.” Nas viagens a passeio, troca a primeira classe pela executiva. Em missões profissionais, opta pela econômica, para não se separar do restante da equipe, apesar do problema grave de coluna que torna o voo mais desconfortável: uma artrose severa, semelhante à que fez seu pai usar cadeira de rodas. Passa longe, porém, do estilo pão-duro. “Não gosto de morar mal, de morar pequeno, em 50, 60 metros quadrados. Como eu posso, estou buscando um apartamento de 250”, conta.

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Ela se refere ao imóvel que procura na região dos Jardins, pois precisará se desfazer da cobertura de 700 metros quadrados, com espaço para pequenas árvores, duas cozinhas e muitos objetos de decoração trazidos de países árabes. Morava ali até o ano passado com o economista Walter Mundell, seu parceiro por doze anos. Em uma negociação discreta, não confirmada por nenhuma das partes, o imóvel foi arrematado pela atriz Claudia Raia. Segundo analistas do ramo, um local nessas dimensões vale ao menos 10 milhões de reais.

Gustavo Diament, vice-presidente de marketing da Nextel
O novo namorado, o executivo Gustavo Diament: discrição na vida pessoal (Foto: Alexandre Battibugli)

A história de amor entre ela e Mundell (com direito a viagem dele a Paris só para cortejá-la) ganhou destaque quando ela decidiu trocar a Globo pelo SBT, em 2005. Os maiores desejos na época eram ganhar tempo para o marido e ter um filho. Tentou quatro fertilizações in vitro e engravidou naturalmente, mas perdeu o bebê, aos três meses de gestação. Desistiu do sonho. “Decidi que estava criando um fator de angústia na minha vida.”

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A separação veio em setembro do ano passado, após dois anos “difíceis para os dois”, em sua definição. “A convivência ficou pesada”, descreve. “Ele está num momento de desacelerar e eu queria viajar para o Vietnã, fazer cada vez mais coisas.” Ana Paula cuidou para que o rompimento não ofuscasse a repercussão do programa e fez o anúncio pelo Instagram, no início de janeiro. “Agora somos bons amigos”, ele resume. Na Páscoa, a jornalista conheceu na Praia de Maresias, no Litoral Norte, onde tem casa, o executivo Gustavo Diament, de 44 anos, que gerencia o serviço de música Spotify na América Latina. Os dois evitam aparições públicas e não falam sobre o assunto.

Do antigo relacionamento fica, segundo ela, a gratidão pelo aprendizado. “Era uma mulher completamente sozinha e desequilibrada. Eu me olho e sinto pena.” Quando estrelava o Jornal da Globo, costumava passar os fins de semana sem amigos. “Aos domingos, almoçava em restaurante na companhia dos periódicos do dia, pensando no telejornal da semana. Era só trabalho.”

Ana Paula Padrão Visto Afeganistão
Detalhe do visto para o Afeganistão: carreira extensa (Foto: Arquivo Pessoal)

A vida pessoal deixada de lado foi um dos pontos de inspiração para atuar com questões femininas. Depois de lançar o Tempo de Mulher, portal com dicas sobre temas como sexo e beleza, criou, há um ano, o projeto Escola de Você, em parceria com a repórter Natália Leite, da TV Record. Trata-se de uma série de cursos on-line de autoajuda, que ela prefere chamar de “autoconhecimento”. “Nós nos baseamos em conceitos de filosofia e sociologia e traduzimos para uma linguagem acessível.” São tópicos como “falar, agir e se vestir para crescer na carreira” e “o que leva ao sucesso ou ao fracasso no amor”.

Entre aproximadamente 62 000 “escoletes” que assistiram às aulas a distância em doze meses, muitas passaram a fazer reuniões por conta própria em todo o Brasil. A jornalista tratou de organizar a bagunça. Hoje, há encontros semanais promovidos por “embaixadoras” da Escola de Você. Em breve, algumas aulas específicas passarão a ser cobradas, mas o negócio já traz dinheiro: uma perfumaria comprou anúncio nas videoaulas e outra empresa, de produtos de limpeza, procurou o projeto para que promovesse um curso de empreendedorismo.

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Ana Paula acompanha de perto cada decisão no escritório, que ocupa um andar inteiro em um prédio comercial na Alameda Lorena. Sem sala exclusiva, acomoda sua mesa entre as de outras cinco profissionais, ao lado de uma burca amarela, trazida do Afeganistão, que se destaca no ambiente em uma espécie de manequim. Os negócios incluem a produtora Touareg, encarregada de fazer filmagens institucionais para clientes como o Magazine Luiza. “Fiquei impressionada quando ela conseguiu fazer minha tia, que fundou a empresa e detesta dar entrevista, aparecer num vídeo”, conta Luiza Helena Trajano.

“Nunca vi alguém chegar tão cedo para o jornal que só ia ao ar à noite”, diz Luiz Gonzaga Mineiro, que dirigiu o jornalismo do SBT durante sua passagem. “Mas ela não é uma pessoa fácil de lidar. Pela qualidade que deseja, brigava com quem precisasse.” Na bancada do telejornal ou na da cozinha, é uma receita que tem dado certo até agora.

Colaborou Carolina Giovanelli

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  • Cantina / Trattoria / Italianos

    Zena Caffè

    Rua Peixoto Gomide, 1901, Jardim Paulista

    Tel: (11) 3081 2158

    VejaSP
    11 avaliações

    Embora o chef Carlos Bertolazzi quase nunca esteja no salão desde que virou uma estrela dos realities do SBT, a equipe formada por ele manda bem. Logo que se chega à trattoria, cuja varanda é disputada, os garçons servem um pacote de grissini de cortesia. Em seguida, sugerem receitas como o coelho com azeitona preta (R$ 65,00) na companhia de batata. Quanto às focaccias, uma delas tem a forma de hambúrguer ao forno e vem com queijo stracchino e pancetta (R$ 39,00). Espécie de bolo leve, a sacripantina (R$ 20,00), feita de chocolate, põe o ponto final.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Cozinha variada

    Las Chicas

    Rua Oscar Freire, 1607, Pinheiros

    Tel: (11) 3063 0533 ou (11) 3063 4468

    VejaSP
    3 avaliações

    Não são mais duas as chicas que comandam a apertadinha e agradável casa. A chef Carla Pernambuco se desligou do negócio, agora nas mãos apenas de Carolina Brandão. Outra mudança: o bufê de almoço foi substituído por opções à la carte em sistema rotativo, entre elas o estrogonofe com batata palha. No self-service, há somente saladas que guarnecem as pedidas. O cardápio se altera no jantar e traz receitas fIxas como o polvo com páprica picante e batata rústica (R$ 57,00). Um balcão deixa à vista as sobremesas, caso do pavê de goiabada e queijo mascarpone no copinho (R$ 14,00).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Cozinha contemporânea

    Miya

    Rua Fradique Coutinho, 47, Pinheiros

    Tel: (11) 2359 8760

    VejaSP
    15 avaliações

    Um dos expoentes de sua geração de cozinheiros, Flávio Miyamura faz alguns pratos atrevidos como a sardinha grelhada com fatias finas de limão, brioche, tomate e sorbet de iogurte (R$ 29,00). Outra delicinha, a moela ao curry com polenta cremosa (R$ 27,00) tem um aroma delicioso. Por outro lado, o chef escorrega no ovo perfeito com espuma de queijo que não conversa com o cogumelo eryngui de complemento (R$ 19,00). O melhor do menu é a fideuà de frutos do mar (R$ 59,00), preparada com macarrão crocante, lula, camarão e vieira ao aïoli. No ponto final, torta de chocolate com caramelo salgado (R$ 23,00).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Chope e cerveja

    Frangó

    Largo da Matriz de Nossa Senhora do Ó, 168, Freguesia Do Ó

    Tel: (11) 3932 4818

    VejaSP
    21 avaliações

    Lá no alto da Freguesia do Ó, este bar de quase trinta anos foi um dos primeiros da cidade a se dedicar às cervejas especiais. Pesada e cheia de páginas, a carta traz 430 rótulos catalogados, como o alcoólico St. Feuillien Grand Cru (R$ 42,00, 330 mililitros), da Bélgica. Gelada da casa, a american pale ale produzida pela Colorado sai a R$ 22,00 (600 mililitros). O menu, célebre pela coxinha (R$ 5,00), ganhou um sopro de renovação com receitas do chef Marcelo Corrêa Bastos (Jiquitaia), entre elas o beirute de cupim (R$ 28,00).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Rotisserias

    Pissani - Itaim Bibi

    Rua Pedroso Alvarenga, 677, Itaim Bibi

    Tel: (11) 2925 4447

    VejaSP
    1 avaliação

    Com franquias também no Rio de Janeiro e em Brasília, a marca do uruguaio Carlos Pissani ganhou em novembro de 2015 uma quarta loja fixa por aqui, localizada no bairro de Moema. Disponível em todos os endereços, o cardápio de massas para levar divide-se em duas categorias: a chamada origens, trocada todos os anos, e a de clássicos. Dessa última, vale pedir para viagem o panzotti de cordeiro com alcaparra (R$ 61,90, 500 gramas). Para uma refeição deliciosa, finalize o prato com o molho de tomate da casa (R$ 30,00; 330 mililitros).

    Preços checados em 17 de fevereiro de 2016.

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  • Bibliotecas

    Biblioteca Parque Villa-Lobos

    Avenida Professor Fonseca Rodrigues, 2001, Alto De Pinheiros

    Tel: (11) 3024 2500

    Sem avaliação

    Um canto de tranquilidade em meio a muita gente andando a pé, de bicicleta, de patins, com carrinhos de bebê e cães. É assim que você vai se sentir ao entrar na Biblioteca Parque Villa-Lobos, inaugurada em dezembro. Embora o ritmo seja muito mais calmo do lado de dentro, isso não se traduz em tédio, pois há muito que fazer por ali. Especialmente as crianças vão achar motivos para se divertir no agradável espaço, que conta com uma bela tenda central. Em tatames e pufes, os visitantes podem se esparramar, ler e contar histórias encontradas nos cerca de 15.000 itens oferecidos nas prateleiras da instituição (o acervo infantojuvenil compõe-se de mais de 8.000 exemplares, os quais podem ser tomados para empréstimo). Aos mais crescidos é dada a chance de jogar videogame — a fila é formada por ordem de chegada — ou utilizar computadores para navegar na internet. Os menorzinhos, por sua vez, brincam com bonecos e dedoches. Quem tem entre 6 meses e 3 anos pode participar da atividade Bebelê, que visa a estimular a leitura com brincadeiras e músicas. Ocorre aos sábados, das 10h às 12h e das 15h às 15h45, e aos domingos, das 10h às 12h. Até 25 de outubro fica em cartaz no espaço a exposição A Mão Livre do Vovô, composta de desenhos que Vilanova Artigas, arquiteto que criou o Estádio do Morumbi, fez para seus netos.

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  • Picasso, Degas, Matisse, Gauguin, Modigliani, Monet. Todos esses nomes conhecidíssimos dos livros estão mais perto do que muitos imaginam, em plena Avenida Paulista, na nova exposição do Masp. Arte da França: de Delacroix a Cézanne tem curadoria do diretor artístico da instituição, Adriano Pedrosa, que acertou no recorte e reuniu conjuntos completos do acervo, algo raro de acontecer. A montagem se concentra em exemplares de pintores franceses ou que viveram em Paris entre os séculos XVIII e XX e registraram o cenário político, cultural ou social em cada época. Trabalhos anteriores e posteriores a esse período, além de documentos e fotografias, completam a mostra. São oitenta itens, entre naturezas-mortas, retratos e paisagens capazes de arrancar suspiros do público. Um dos pontos em que os visitantes mais se concentram são as paredes dedicadas a Renoir. Está lá o célebre Rosa e Azul (As Meninas Cahen d’Anvers) ao lado de onze outras peças do pintor. Junto da obra, há um recorte do jornal suíço Confédéré, de outubro de 1988, que traz a história de uma das garotinhas retratadas no óleo. Vale também contemplar os detalhes de O Grande Pinheiro, de Cézanne, representado ali com mais quatro telas, a exemplo de Madame Cézanne em Vermelho. Outra dica é apreciar sem pressa as preciosidades de Van Gogh, caso de O Escolar e Passeio ao Crepúsculo. Até 25/10/2015.
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  • Às vésperas da estreia paulistana, o musical Barbaridade perdeu sua principal estrela, Susana Vieira. A atriz machucou o pé e foi obrigada a se afastar do espetáculo. Escalou-se às pressas Stella Maria Rodrigues, com quem Susana já havia contracenado na novela Por Amor (ela no papel da patroa Branca e a substituta como a empregada Zilá). Inspirado em um argumento de Luis Fernando Verissimo, Ziraldo e Zuenir Ventura, o dramaturgo Rodrigo Nogueira escreveu o trabalho sobre a terceira idade. Três autores (vividos por Edwin Luisi, Osmar Prado e Marcos Oliveira) são contratados para criar um espetáculo sobre o universo dos idosos, mas enfrentam um bloqueio criativo. Para dar uma força à criação do enredo, Matusalém (Thais Belchior) lança feitiços para que fiquem ainda mais velhos e, depois, voltem à juventude. Stella encarna Daniela Gordon, rígida produtora encarregada de lidar com a confusão. Adepta da cirurgia plástica, ela se recusa a encarar o envelhecimento. Apesar de interessante a iniciativa de falar sobre um assunto muitas vezes ignorado, o tópico do passar do tempo, entretanto, é tratado com superficialidade. Piadas que beiram o lugar comum pontuam alguns trechos. A boa interação do elenco principal nem sempre faz valer os números de dança. São trinta canções na trilha sonora, que inclui músicas famosas e suas versões, de cantores como Anitta e Frank Sinatra, e composições originais. Oito músicos e doze atores completam o elenco. Estreou em 17/7/2015. Até 27/9/2015.
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  • Monólogo dramático

    Cartas Libanesas
    VejaSP
    Sem avaliação
    Marcelo Lazzaratto dirige o monólogo dramático Cartas Libanesas, de José Eduardo Vendramini, indicado ao Prêmio Shell de melhor texto do ano. Disposto a prosperar como mascate, um libanês (papel do desenvolto Eduardo Mossri) se muda para cá no início do século XX. Ao mesmo tempo em que se encanta com o Brasil, precisa enfrentar o preconceito, as difculdades com a língua e a saudade da família e da terra-mãe. O espetáculo mostra a importância da trajetória de grupos de outras nações na construção do país. Desenvolvida a partir de relatos verídicos de estrangeiros, a peça conta com apenas um microfone e uma mala como elementos cênicos. O figurino foi criado por Fause Haten. Estreou em 20/3/2015. Até 27/9/2015.
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  • Arte que remonta ao século XVII, o teatro kabuki combina canto, dança e representação. Um de seus expoentes contemporâneos, o japonês Fujima Kanjuro vem ao país pela primeira vez para mostrar suas habilidades ao lado de seis artistas, todos em figurinos típicos. Um mix de cenas compõe a montagem Coreografias do Teatro Kabuki. Sob liderança de Nakamura Masaharu, doze músicos executam a trilha sonora ao vivo, com instrumentos como tambores, flautas de bambu e uma peça de corda tradicional. De 13 a 15/8/2015.
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  • No início da carreira, a voz suave de Ana Cañas chamou a atenção de Chico Buarque e Caetano Veloso. Todo o seu talento musical, porém, só se confirmou no seu quarto álbum, Tô na Vida (2015), que acrescentava às composições próprias toques de rock setentista e baladas românticas. Nesta apresentação, Ana experimenta o formato de sua nova performance, com a qual deve viajar no próximo ano. Ela será acompanhada apenas de violão e baixo para mostrar um repertório de faixas como Tô na Vida, Esconderijo e Mulher. Dia 28/11/2016.
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  • Mahmundi é musicista, compositora e cantora. Produziu seu próprio disco com referências dos anos 80, pop, synth-pop, rock e R&B. Seu trabalho expõe um paralelo com diferentes abordagens e movimentos musicais contemporâneos no Brasil e no mundo. Dia 1º/10/2016.
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  • Dez anos separam o Quarteto Fantástico “original” deste lançamento homônimo. De lá para cá, muita coisa mudou nas adaptações dos heróis dos quadrinhos, sobretudo com a entrada do gigante Marvel no reino cinematográfico — vide, por exemplo, o estrondoso sucesso dos dois filmes de Vingadores. Eis a pergunta que não quer calar: embora o gênero seja, na maioria das vezes, uma promessa de êxito nas bilheterias, por que recontar a mesma história menos de uma década depois? Em princípio, a escolha do diretor foi acertada. Josh Trank comandou, em 2012, o curioso Poder sem Limites, uma produção menor, porém muito criativa. Ao migrar para o universo dos blockbusters, o cineasta, cercado de produtores, se embolou numa narrativa sonolenta e recheada de efeitos visuais genéricos. A primeira meia hora chega a empolgar ao enfocar a infância e a juventude estudantil de Reed Richards (o bom Miles Teller, de Whiplash). Pequeno gênio, o garoto inventou o teletransporte por meio da eletricidade. É, por isso, convidado pelo Dr. Franklin Storm (Reg E. Cathey) a trabalhar em seu instituto e pôr o projeto em prática. Para resumir a ladainha, Reed mais seu inseparável amigo Ben Grimm (Jamie Bell), Johnny Storm (Michael B. Jordan) e o invejoso Victor von Doom (Toby Kebbell) entram na máquina e vão parar em outra dimensão. Uma fonte de energia por lá os torna seres especiais. Os braços e pernas de Reed ficam elásticos, Ben virou um brutamontes de pedras (chamado Coisa) e Johnny tem o poder do fogo em seu corpo. Sue Storm (Kate Mara), que estava na Terra mas também foi atingida, ganhou o dom da invisibilidade. Para chegar ao momento “transformação”, o roteiro enrola a plateia durante uma hora. O restante resume-se ao chocho enfrentamento dos personagens com o vilão (convém não revelar sua identidade). Na comparação com o primeiro Quarteto Fantástico, o atual só ganha no quesito elenco e atuações. Querendo ser mais “cinzento” e dramático (na cola dos “colegas” de X-Men), o longa-metragem perdeu a cor, a graça e o sentido. Estreou em 6/8/2015.
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  • Diretor inglês politizado, Ken Loach deu uma relaxada em seus últimos trabalhos, as comédias À Procura de Eric (2009) e A Parte dos Anjos (2012). Jimmy’s Hall faz o cineasta retomar a veia política, contestatória e rebelde de sua filmografia. No enredo do drama, inspirado em personagem real, James Gralton (Barry Ward) retorna à sua cidade natal, no interior da Irlanda, após viver dez anos nos Estados Unidos. Lá, encontra um grupo de jovens sedentos de novidades, carentes de diversão e cultura. Embora marcado por seu passado libertário, Jimmy (seu apelido) decide reabrir um salão (o hall do título) para abrigar aulas de dança, literatura e artes. Um padre católico, porém, não vê a iniciativa com bons olhos e força os conservadores a boicotar o local. A persistência do protagonista em manter-se fel à causa traz à tona outras discussões, como a luta de classes e a liberdade de expressão. Estreou em 6/8/2015.
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  • Madame Bovary, clássico de 1857, escrito por Gustave Flaubert, ganhou uma releitura em Gemma Bovery — A Vida Imita a Arte, comédia dramática da diretora Anne Fontaine (de Coco Antes de Chanel). O terreno aqui não é o da adaptação (nem livre nem contemporânea). Roteirista e realizadora, Anne leva Emma Bovary, a protagonista do livro, para a Normandia e a ela dá um nome quase igual. Inglesa, Gemma Bovery (papel de Gemma Arterton) muda-se com o marido (Jason Flemyng) para o vilarejo francês e lá, com o passar do tempo, nota ser uma estranha no ninho, embora consiga enxergar qualidades na vida campestre. O tédio bate à porta e, assediada por um jovem herdeiro (Niels Schneider), Gemma, tal qual a personagem de Flaubert, não resiste à tentação. O conturbado cotidiano dela passa a ser observado pelo vizinho: Martin Joubert (Fabrice Luchini), um padeiro que trocou Paris pela tranquilidade rural, consegue, assim, animar seu dia a dia. O casamento entre literatura e cinema, tão lugar-comum desde os primórdios, ganha aqui uma variante criativa. Além da narrativa fluente, elegante e pontilhada de humor e tensão, o longa-metragem presta uma homenagem a Flaubert sem que o espectador precise ter lido nem mesmo a orelha de Madame Bovary. Estreou em 6/8/2015.
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  • A 11ª edição da Mostra Mundo Árabe tem início na quarta (10/8) no CineSesc, Centro Cultural de São Paulo, Centro Cultural Banco do Brasil e Biblioteca Mário de Andrade. Serão exibidas trinta e sete produções, vindas de países como Líbano e Qatar, até o dia 28. No CCBB. Uma das atrações é Homens de Argila, drama conta a história do jovem órfão Sulayman, que foi criado por um velho eremita, vive numa rocha de argila localizada no Marrocos. Haverá uma sessão na abertura da mostra, quarta (10/8), no CineSesc, às 20h30. Confira a programação: CINESESC Quarta, 10 de agosto 20h30 - Os Homens de Argila (2015/108 min.), de Mourad Boucif Quinta, 11 de agosto 19h - Ondas 98 (2015/15 min.), de Ely Dagher; Recollection (2015/70 min.), de Kamal Aljafari 21h - Memória Fértil (1980/99 min.), de Michel Khleif Sexta, 12 de agosto 19h - Orquestra Cega (2014/110 min.), de Mohamed Mouftakir 21h - Eu Sou o Povo (2014/111 min.), de Anna Roussillon Sábado, 13 de agosto 19h - O Profeta (2014/94 min.), de Roger Allers, Gaëtan Brizzi, Paul Brizzi. With Liam Neeson, Salma Hayek, Quvenzhané Wallis, John Krasinsk); Crianças da Guerra (2013/10 min.), de Medoo Ali 21h - Eu Estou Com a Noiva (2014/98 min.), de Antonio Augugliaro, Gabriele Del Grande, Khaled Soliman Al Nassiry Domingo, 14 de agosto 19h - Os Homens de Argila (2015/108 min.), de Mourad Boucif 21h30 - Amores, Roubos e Outras Complicações (2015/90 mim.), de Muayad Alayan 20h45 - Debate sobre o filme. convidado: Mourad Bouacif e Jawad El Boubsi 21h30 - Ave Maria (2015/14 min.), de Basil Khalil Segunda, 15 de agosto 19h - Nos Últimos Dias da Cidade (2016/118 min.), de Tamer el Said 21h – Hamule (2015/70 min.), de Mauricio Misle 21h – Apelo (2015/19 min.), de Bechara Mouzannar Terça, 16 de agosto 19h - Ondas 98 (2015/15 min.), de Ely Dagher 21h - 7, Rue de La Folie (2014/85 min.), de Jawad Rhalib Quarta, 17 de agosto 19h - Os Poços (2015/89 min.), de Lotfi Bouchouchi; Crianças da Guerra (2013/10 min.), de Medoo Ali 21h – Zinzana (2015/96 min.), de Majid Al Ansari; O Superman Iraquiano (2015), de Sajjad Abbas 20h40 - Debate "Imagem, Tempo e Memória".convidado: Marcelo Masagão CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL Quinta, 11 de agosto 17h – Apaches (2014/97 min.), de Nassim Amaouche 19h30 - Eu Sou o Povo (2014/111 min.), de Anna Roussillon Sexta, 12 de agosto 17h – O Filme Perdido (2003/42 min.), de Joana Hadjithomas e Khalil Joreige 19h30 - Próxima Estação Musical: Iêmen (2011/111 min.), de Fermin Muguruza Sábado, 13 de agosto 15h - Ondas 98 (2015/15 min.), de Ely Dagher 17h - Os Homens de Argila (2015/108 min.), de Mourad Boucif 19h30 - Debate "O Cinema e sombras da História" Domingo, 14 de agosto 15h - Orquestra Cega (2014/110 min.), de Mohamed Mouftakir 17h - Memória Fértil (1980/99 min.), de Michel Khleif 19h30 - Nos Últimos Dias da Cidade (2016/118 min.), de Tamer el Said Segunda, 15 de agosto 14h30 – Babylon (2012/119 min.), de Youssef Chebby, Ismael, Eddine Ala Slim 17h – O Filme Perdido (2003/42 min.), de Joana Hadjithomas e Khalil Joreige Quarta, 17 de agosto 14h30 - Nós Descobrimos a América Antes de Colombo (2014), de Khalid Abualkhair 17h - Ondas 98 (2015/15 min.), de Ely Dagher 19h30 - Operação Condon Lead (2013/14 min.), de Tarzan & Arab Nasser; Gaza 36mm (2012/47 min.), de Khalil El-Muzayen; Apartamento 10-14 (2014/8 min.), de Tarzan & Arab Nasser Quinta, 18 de agosto 17h - Os Homens de Argila (2015/108 min.), de Mourad Boucif 19h30 - Próxima Estação Musical: Iêmen (2011/111 min.), de Fermin Muguruza Sexta, 19 de agosto 17h - Recollection (2015/70 min.), de Kamal Aljafari 19h30 - Orquestra Cega (2014/110 min.), de Mohamed Mouftakir Sábado, 20 de agosto 14h30 – Zinzana (2015/96 min.), de Majid Al Ansari; O Superman Iraquiano (2015), de Sajjad Abbas 17h - Operação Condon Lead (2013/14 min.), de Tarzan & Arab Nasser; Gaza 36mm (2012/47 min.), de Khalil El-Muzayen; Apartamento 10-14 (2014/8 min.), de Tarzan & Arab Nasser 19h30 - Debate sobre o filme "Gaza 36 mm" Domingo, 21 de agosto 14h30 - Crianças da Guerra (2013/10 min.), de Medoo Ali; O Profeta (2014/94 min.), de Roger Allers, Gaëtan Brizzi, Paul Brizzi. With Liam Neeson, Salma Hayek, Quvenzhané Wallis, John Krasinsk) 17h - Os Poços (2015/89 min.), de Lotfi Bouchouchi; Crianças da Guerra (2013/10 min.), de Medoo Ali 19h30 - Memória Fértil (1980/99 min.), de Michel Khleif Segunda, 22 de agosto 14h30 - Nós Descobrimos a América Antes de Colombo (2014), de Khalid Abualkhair 17h – Hamule (2015/70 min.), de Mauricio Misle; Apelo (2015/19 min.), de Bechara Mouzannar Quarta, 24 de agosto 17h – Apaches (2014/97 min.), de Nassim Amaouche 19h30 – Babylon (2012/119 min.), de Youssef Chebby, Ismael, Eddine Ala Slim Quinta, 25 de agosto 17h - Ave Maria (2015/14 min.), de Basil Khalil; Amores, Roubos e Outras Complicações (2015/90 mim.), de Muayad Alayan 19h30 - Operação Condon Lead (2013/14 min.), de Tarzan & Arab Nasser; Gaza 36mm (2012/47 min.), de Khalil El-Muzayen; Apartamento 10-14 (2014/8 min.), de Tarzan & Arab Nasser Sexta, 26 de agosto 17h - Eu Estou Com a Noiva (2014/98 min.), de Antonio Augugliaro, Gabriele Del Grande, Khaled Soliman Al Nassiry 19h30 - 7, Rue de La Folie (2014/85 min.), de Jawad Rhalib; Desenhando Por Sonhos Melhores (2015/4 min.), de May Odeh, Dia’ Azzeh Sábado, 27 de agosto 17h – Zinzana (2015/96 min.), de Majid Al Ansari; O Superman Iraquiano (2015), de Sajjad Abbas 19h30 - Ave Maria (2015/14 min.), de Basil Khalil; Amores, Roubos e Outras Complicações (2015/90 mim.), de Muayad Alayan Domingo, 28 de agosto 14h30 - Orquestra Cega (2014/110 min.), de Mohamed Mouftakir 17h - Memória Fértil (1980/99 min.), de Michel Khleif 19h30 - O Profeta (2014/94 min.), de Roger Allers, Gaëtan Brizzi, Paul Brizzi. With Liam Neeson, Salma Hayek, Quvenzhané Wallis, John Krasinsk); Crianças da Guerra (2013/10 min.), de Medoo Ali CENTRO CULTURAL SÃO PAULO Terça, 16 de agosto 16h – Apelo (2015/19 min.), de Bechara Mouzannar; Hamule (2015/70 min.), de Mauricio Misle 20h - Eu Estou Com a Noiva (2014/98 min.), de Antonio Augugliaro, Gabriele Del Grande, Khaled Soliman Al Nassiry 21h - Atividade "Cinema da Vela - Imagens, sonhos e distopias".. convidado: Luiz Bolognesi Quarta, 17 de agosto 16h - Nos Últimos Dias da Cidade (2016/118 min.), de Tamer el Said 20h - Recollection (2015/70 min.), de Kamal Aljafari Quinta, 18 de agosto 16h - Ondas 98 (2015/15 min.), de Ely Dagher 20h - 7, Rue de La Folie (2014/85 min.), de Jawad Rhalib; Desenhando Por Sonhos Melhores (2015/4 min.), de May Odeh, Dia’ Azzeh Sexta, 19 de agosto 16h - Ave Maria (2015/14 min.), de Basil Khalil; Amores, Roubos e Outras Complicações (2015/90 mim.), de Muayad Alayan 20h - Os Poços (2015/89 min.), de Lotfi Bouchouchi; Crianças da Guerra (2013/10 min.), de Medoo Ali Sábado, 20 de agosto 16h - Crianças da Guerra (2013/10 min.), de Medoo Ali; O Profeta (2014/94 min.), de Roger Allers, Gaëtan Brizzi, Paul Brizzi. With Liam Neeson, Salma Hayek, Quvenzhané Wallis, John Krasinsk) 20h - Eu Sou o Povo (2014/111 min.), de Anna Roussillon Domingo, 21 de agosto 16h - Os Homens de Argila (2015/108 min.), de Mourad Boucif 20h – Zinzana; O Superman Iraquiano BIBLIOTECA MÁRIO DE ANDRADE Quinta, 25 de agosto 17h - Próxima Estação Musical: Iêmen (2011/111 min.), de Fermin Muguruza 19h - O Profeta (2014/94 min.), de Roger Allers, Gaëtan Brizzi, Paul Brizzi. With Liam Neeson, Salma Hayek, Quvenzhané Wallis, John Krasinsk) 20h30 - Debate sobre a obra "O Profeta" de Khalil Gibran. Convidado: Jamil Ibrahim Iskandar Sexta, 26 de agosto 18h30 – Apelo (2015/19 min.), de Bechara Mouzannar; Hamule (2015/70 min.), de Mauricio Misle Domingo, 28 de agosto 18h - Os Poços (2015/89 min.), de Lotfi Bouchouchi; Crianças da Guerra (2013/10 min.), de Medoo Ali CASA DAS ROSAS Terça, 23 de agosto 19h - Sessão ao ar livre "Ondas 98 + Trilogia Sci-Fi (Êxodo no Espaço, No futuro eles comeram da mais sofi
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  • Terror / Suspense

    Voo 7500
    VejaSP
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    Takashi Shimizu ganhou certa notoriedade ao dirigir O Grito, sua refilmagem americana e as continuações. De volta ao terreno do terror, bem explorado anteriormente, o cineasta japonês tem um único cenário e orçamento baixo para o registro do medo em Voo 7500. Na primeira hora, o roteiro apresenta os passageiros do avião que sai de Los Angeles rumo a Tóquio. Entre eles está um casal em vias de separação (Ryan Kwanten e Amy Smart). Tudo segue o curso normal até um executivo sofrer um colapso e morrer a bordo. As duas aeromoças, então, se encarregam de levar o corpo para o andar superior da aeronave. A partir daí, o suspense ronda a trama numa mistura quase sempre tensa — seja pelo lugar claustrofóbico, seja por fatos estranhos que ocorrem durante a viagem. Contudo, a explicação para o mistério esbarra no previsível, sobretudo para calejados fãs do gênero. Estreou em 6/8/2015.
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  • Entre a TV e o cinema, Jorge Furtado ficou marcado por ótimos trabalhos de humor, a exemplo dos longas O Homem que Copiava (2003) e Saneamento Básico (2007) e do premiado seriado Doce de Mãe (2012). No ano passado, o gaúcho deu uma escorregada no documentário O Mercado de Notícias e, explorando o drama romântico em sua carreira, bate na trave com Real Beleza. A trama reúne apenas quatro personagens e, em seu decorrer, guarda semelhanças com o romance As Pontes de Madison (1995). Vladimir Brichta interpreta João, um fotógrafo que roda o interior do Rio Grande do Sul à procura de futuras modelos. Ao conhecer Maria (a estreante Vitória Strada), acredita ter encontrado a mulher ideal. A dor de cabeça vem a seguir: Maria é menor de idade e seus pais precisam autorizar a viagem dela. João, então, ruma à casa da menina e, lá, só encontra Anita (Adriana Esteves), a mãe da garota. Rola um clima entre eles e, longe do marido, a quarentona se encanta com o forasteiro. Locações esplêndidas, fotografa de encher os olhos e direção de arte sem afetações embalam uma história cujos conflitos são mal explorados. Problema extra está na escolha do par central. Bons atores e casados na vida real, Adriana e Brichta não conseguem transmitir a atração que os protagonistas sentem um pelo outro. Estreou em 6/8/2015.
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  • Não são só os brasileiros que consomem porcarias no cinema. Famosa por seus escritores, pintores e cineastas da nouvelle vague, a França acolheu muito bem a comédia Que Mal Eu Fiz a Deus?, número 1 no ranking das maiores bilheterias em 2014, com mais de 12 milhões de espectadores. Mas, assim como no Brasil, recorde nas catracas não é sinônimo de qualidade. De um jeito dissimulado de fisgar a plateia, o roteiro faz uso do humor preconceituoso para, supostamente, pregar a tolerância. A trama enfoca o “drama” de um casal. Católicos praticantes, Claude e Marie Verneuil (Christian Clavier e Chantal Lauby) “engolem” o casamento de suas filhas. A primeira escolheu um marido árabe; a segunda, um judeu; e a terceira fisgou um chinês. Dá para imaginar qual será a opção da caçula, para desespero de seus pais? Na intenção de fazer um registro multiétnico de seu país, o diretor e roteirista Philippe de Chauveron usa o politicamente incorreto em piadas grosseiras. Há clichês e caricaturas de raças saindo pelos buracos de uma história apelativa, vulgar e bastante improvável. Estreou em 6/8/2015.
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  • Difícil o trabalho de Samuel Theis. Em Party Girl, o jovem teve a tarefa de escrever um roteiro sobre sua mãe, além de dirigir o filme e convidá-la para atuar nele. Não se trata, contudo, de um documentário, e sim de um drama interpretado pelos parentes do realizador, que têm o mesmo nome de seus personagens. O tema, igualmente, é árduo. Angélique Litzenburger, de 60 anos, trabalha como acompanhante num cabaré de uma cidade na fronteira entre a França e a Alemanha. Ela compete com mulheres jovens e tem noção de estar perdendo a clientela. Surpresa, Angélique recebe o pedido de casamento de Michael (Joseph Bour), um mineiro aposentado e disposto a recomeçar a vida a dois. A protagonista, então, larga o emprego e reúne os filhos para fazer o comunicado. Sobretudo por tocar em assunto familiar, Samuel Theis jamais tende aos julgamentos morais e, em registro transparente, aborda delicadamente as decisões de sua mãe, uma mulher de espírito livre e coração em chamas. Estreou em 6/8/2015.
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  • Comportamento

    Esquerda e direita

    Atualizado em: 7.Ago.2015

Fonte: VEJA SÃO PAULO