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Testes de vacina britânica são aplicados em 2 000 voluntários em São Paulo

Voluntários serão acompanhados durante um ano

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 27 Maio 2024, 17h52 - Publicado em 15 jul 2020, 15h04
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  •  (Angelo Esslinger/Reprodução)

    O projeto de vacina mais avançado do mundo, a ChAdOx1 nCoV-19 de Oxford, do Reino Unido, está na fase 3 de testes e foi aplicado em 2 000 voluntários em São Paulo. A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a Fundação Lemann são os responsáveis pela coordenação dos testes.

    Segundo Sorais Smaili, reitora da Unifesp, relatou ao G1, metade dos voluntários recebeu a vacina e a outra metade recebeu placebo, sem efetividade contra o novo coronavírus, durante a última fase de um estudo. Sorais também afirmou que nenhum dos voluntários apresentou efeitos colaterais ou severos até o momento.

    Os testes da vacina em São Paulo começaram no sábado (20) e prosseguiram na segunda-feira (22), segundo o Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE) da Unifesp, que coordena a aplicação da vacina no estado. Se for comprovada a eficácia, a vacina poderá ter o registro liberado em junho de 2021.

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    O tempo de espera de 12 meses é estabelecido pelos organismos internacionais para o registro emergencial. “Com a quantidade de pessoas que estão recebendo a vacina no mundo, é possível que tenhamos resultados promissores no início do ano que vem e o registro em junho”, ressaltou a reitora.

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    Os voluntários serão acompanhados durante um ano. “Eles têm que comparecer nos dias 30°, 90°, 180° e 360° dia após o recebimento da vacina ou do composto controle. Os voluntários vão realizar exames nessas datas e se apresentarem sintomas também precisam reportar à equipe de pesquisa”, afirmou Sorais Smaili.

    A vacina do Reino Unido é produzida a partir de um vírus (ChAdOx1), que é uma versão enfraquecida de um adenovírus que causa resfriado em chimpanzés. A esse imunizante foi adicionado material genético usado para produzir a proteína Spike do SARS-Cov-2 (que ele usa para invadir as células), induzindo a criação de anticorpos.

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