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Mutação do coronavírus causa segunda onda na Europa, aponta estudo

Grupo de pesquisadores descobriu nova versão do vírus, mas ainda não se sabe seu grau de letalidade

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 29 out 2020, 14h53 - Publicado em 29 out 2020, 14h52

Já foram identificadas centenas de modificações do coronavírus, mas em especial, chamada 20A.EU1, rastreada na Espanha, espalhou-se por outros países da Europa, causando uma segunda onda de casos na região, segundo estudos da universidade suíça ETH Zürich.

Ainda não se sabe se a variação é mais letal a do que o vírus original, pois, segundo os pesquisadores, “a ausência de sequenciamento consistente e uniforme em toda a Europa limitou os esforços [do estudo]”. De acordo com a pesquisa, 4 em cada 5 casos novos no Reino Unido aconteceram por causa dessa modificação.

A 20A.EU1 foi registrada pela primeira vez no nordeste da Espanha, em trabalhadores agrícolas. Durante o verão europeu, seis países registraram a mutação e os números de casos agravaram com a liberação de viagens internacionais.

O estudo indica que a mutação já chegou a 12 países da Europa, mas também está presente em outros continentes, em Hong Kong e Nova Zelândia.

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