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Escassez de testes leva estado a priorizar exames de Covid

Pacientes internados, indígenas, quilombolas, grávidas, puérperas e pessoas com comorbidades; SP deve ter 3 milhões de exames até fevereiro

Por Clayton Freitas Atualizado em 19 jan 2022, 15h35 - Publicado em 19 jan 2022, 14h54

Em entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira (19), o secretário estadual de Saúde, Jean Gorinchteyn, não confirmou que há falta de testes na rede estadual de saúde, porém, disse que o enfoque para testagem de casos suspeitos de Covid-19 em São Paulo é o de pacientes internados, indígenas, quilombolas, grávidas, puérperas e pessoas com comorbidades.

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“É muito importante um momento como esse que existe uma escassez não só no mercado brasileiro, mas no mercado mundial, uma vez que vivemos uma pandemia, que não é só algo localizado, é o mundo que solicita, e, dessa maneira, nós temos que ter esse enfoque”, afirmou.

A fala foi durante a entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes, em que a equipe do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou medidas de combate à pandemia no estado.

Durante a coletiva, foi anunciado que as internações aumentaram 45,4% após o Réveillon, já que passaram de uma média diária de 718 na primeira semana epidemiológica de 2022, compreendida entre os dias 2 e 8 de janeiro, para 1 044 entre os dias 9 e 15 de janeiro.

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Gorinchteyn afirmou que até o final de fevereiro, o estado de São Paulo deve receber 3 milhões de testes, sendo 2 milhões deles bancados por recursos do próprio governo estadual, num investimento de R$ 12 milhões.

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O primeiro lote, oriundo de uma transferência do Ministério da Saúde, deve ser recebido nesta sexta-feira (21) pelo estado de São Paulo.

Laboratórios

Levantamento divulgado no dia 16, última segunda-feira, pelo SindHosp (Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios de São Paulo), indica que laboratórios particulares do estado de São Paulo enfrentam escassez de testes para diagnóstico de Covid-19.

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Ao menos 55% das instituições privadas têm exames somente para os próximos sete dias. A organização também diz que 16% indicam que o estoque pode acabar no prazo de 8 a 14 dias.

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