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Em São Bernardo, quem recusar vacina por marca irá para o fim da fila

Prefeito disse que a recusa afeta desde a logística para a imunização até a busca por uma proteção coletiva

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 1 jul 2021, 11h59 - Publicado em 1 jul 2021, 10h52

Orlando Morando (PSDB), prefeito de São Bernardo do Campo (SP), afirmou na última quarta-feira (30) que quem se recusar a tomar uma determinada marca de vacina contra Covid-19 será colocada no fim da fila de imunização da cidade.

De acordo com o político, a pessoa irá assinar um documento no momento da recusa. Assim, ela só poderá ser vacinada após todos os adultos do município receberem a primeira dose. A medida entra em vigor já nesta quinta-feira (1º).

“Para quem se recusar a tomar a vacina que está disponível naquele posto, será submetido um documento para que você assine. Se você se recusar a assinar, duas testemunhas que estão trabalhando assinarão dando fé. Essas pessoas que se recusarem a tomar a vacina no dia serão submetidas para o fim da campanha de imunização”, afirmou em live nas redes sociais.

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O prefeito argumentou dizendo que a recusa por uma vacina específica afeta desde a logística para a imunização até a busca por uma proteção coletiva. Segundo ele, apenas na quarta-feira cerca de 200 pessoas se recusaram a tomar determinado tipo de vacina nos postos de saúde da cidade.

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“Não tem cabimento, tem uma estrutura preparada, tem vacina que tem prazo porque você abre o frasco e precisa vacinar. E as pessoas dizem que essa vacina não toma. É um direito seu, ninguém faz nada obrigado, mas também um direito nosso colocar no fim da fila”, afirmou. 

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De acordo com especialistas, todas as vacinas disponíveis no Brasil passaram por rigorosos critérios de análise e são seguras e é importante que o maior número de pessoas receba a imunização para frear a circulação do vírus.

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