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Dois pacientes morrem à espera de leito de UTI em Ribeirão Pires

Outras cinco pacientes aguardam transferência; em Taboão da Serra, 11 foram a óbito pelo mesmo motivo

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 9 mar 2021, 16h51 - Publicado em 9 mar 2021, 16h49

A secretaria de saúde de Ribeirão Pires informou que dois pacientes com Covid-19 morreram à espera de um leito de UTI. Uma vítima faleceu no dia 1º de março e o outro óbito aconteceu no domingo (7).

De acordo com a pasta, outros cinco doentes estão na fila de espera por um leito de UTI. Eles aguardam vaga através do Cross, que regula serviços de saúde no estado. O paciente com espera mais longa está há 8 dias aguardando a transferência.

Em Taboão da Serra, 11 pessoas morreram à espera de um leito de UTI, também pelo serviço Cross, disse a prefeitura da cidade. Thamires May, secretária adjunta da Saúde, chegou a dizer que a Cross está em colapso. “Desde o dia 3 nós não recebemos nenhuma vaga. (…) E todas as devolutivas do estado têm sido que o plano de contingência está ativado e que os leitos estão superlotados e não há como receber a nossa demanda”, disse a secretária em entrevista ao Bom dia São Paulo, da Rede Globo, nesta terça-feira (9).

À Vejinha, a secretaria estadual da Saúde diz que a informação não procede.

“É errada  a informação de que a Cross (Central de Regulação e Oferta de Serviços de Saúde) negou vagas para Taboão da Serra. Desde 3 de março, houve 144  regulações de diversos perfis de pacientes, incluindo 14 suspeitos ou confirmados de COVID-19. Portanto, a Cross mantém o auxílio em todos esses dias”, disse a pasta em nota.

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