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Capital vai exigir comprovante de residência para vacinar contra a Covid

Todas as UBS, drive-thrus e os dez mega postos passarão a exigir o documento, disse o prefeito Ricardo Nunes

Por Redação VEJA São Paulo 27 Maio 2021, 10h17

A partir desta sexta-feira (28), a prefeitura de São Paulo passa a exigir um comprovante de residência para vacinar cidadãos contra a Covid-19. O prefeito Ricardo Nunes (MDB) disse que a medida visa garantir que as doses sejam destinadas aos moradores da capital.

“A partir de amanhã, a prefeitura passa a exigir o comprovante de residência na vacinação. Até então não havia essa exigência”, informou o prefeito. “Todas as nossas 461 UBS, todos os nossos drive-thrus e os dez mega postos passarão a exigir o comprovante fixo de residência”, afirmou Nunes.

Edson Aparecido, secretário de Saúde, disse que há muitas pessoas a serem vacinadas e as doses são escassas. “A faixa etária está diminuindo progressivamente e o contingente de pessoas a serem vacinadas é cada vez maior. A cidade de São Paulo tem uma estrutura de vacinação muito grande, são mais de 600 pontos de vacinação. E as vacinas que o município recebe são doses contadas. Ter o comprovante nesse momento é necessário”, afirmou.

Entram no grupo de vacinação na sexta alunos do último ano do curso da área de saúde, pessoas com mais de 40 anos com comorbidades e funcionários de saúde com mais de 18 anos que estejam dentro dos critérios estabelecidos pelo Programa Nacional de Imunização (PNI).

Na terça-feira (2), passam a ser imunizados funcionários dos aeroportos de Congonhas e Campo de Marte, ação antecipada na cidade já que o calendário estadual prevê o início da vacinação deste grupo apenas para sexta (28).

Na última quarta-feira (26), o governador João Doria (PSDB) anunciou o início da vacinação de pessoas entre 45 e 54 anos a partir de agosto.

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