As socialites e os novos direitos das domésticas
A classe média não foi a única a ser afetada pelas mudanças
Os novos direitos das domésticas mexeram com a vida da classe média. Socialites paulistanas, porém, também se sentiram afetadas. Abaixo, o que dizem algumas delas:
Marina de Sabrit: “Está todo mundo insatisfeito: patrões e empregados. Dispensei a arrumadeira e vou escalonar o horário dos outros três. Terei de combinar minha agenda com a dos funcionários. Fiquei refém dos horários deles.”
Brunete Fraccaroli: “A governanta ganhará adicional quando der água de madrugada para a Sissi, minha cachorrinha. No mais, não vou adotar controle de horas, pois confio na equipe. Elas podem dormir o dia todo e arrumar a casa em dez minutos se quiserem.”
Lucila Elias: “Já comprei o livro de ponto. Sou a favor dos direitos, mas quero que entendam os deveres. Não dá para atender celular no expediente e me fazer servir café à visita. Como os restaurantes estão muito caros, pagarei hora extra à cozinheira.”
Rosana Ferreira: “A melhor solução é dispensar os contratados antigos, para evitar possíveis problemas futuros com processos na Justiça. Por sorte, minhas três empregadas acabam de pedir demissão. As novas terão jornada fixa regulada.”
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