Padaria da Esquina (Desde 2016)

Tipos de Comidinhas: Padarias
VejaSP
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Endereço: Alameda Campinas, 1630 - Jardim Paulista - São Paulo - SP ver no mapa
Telefone: (11) 23870149
Horário:
segunda-feira
07:00 - 22:00
terça-feira
07:00 - 22:00
quarta-feira
07:00 - 22:00
quinta-feira
07:00 - 22:00
sexta-feira
07:00 - 22:00
sábado
07:00 - 22:00
domingo
07:00 - 22:00
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Formas de pagamento

Cartões de crédito: Visa, Mastercard, Diners e American Express
Cartões de dédito: Visa Electron, Rede Shop e Maestro

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Informações adicionais

Estacionamento/Valet (Gratuito) (1), Acesso para deficientes, Lugares/Capacidade total (64)

(1)grátis por meia hora.

Resenha por Fábio Galib, Mônica Santos e Jennifer Detlinger

Esqueça ciabatta, baguete, brioche ou mesmo um trivial francês. Não há nada de padaria de esquina na Padaria da Esquina de Vítor Sobral. O nome vem da “mania” do chef alentejano de pensar em suas casas como se estivessem no encontro de duas ruas, por mais que elas fiquem no meio do quarteirão. Foi assim com a Tasca da Esquina, seu primeiro negócio por aqui, e é agora com este empreendimento, aberto em julho. Além de Edrey Momo, o sócio de sempre, Sobral recrutou para a empreitada os padeiros Luiz Paulo de Vasconcelos Filho e Laura Roldan. São esses dois os responsáveis pelas receitas típicas da terrinha, de fermentação longa e aroma irresistível. Bons exemplos, o mafra (R$ 36,50 o quilo) é feito com uma combinação de farinhas de trigo e de centeio e o alentejano (R$ 45,00 o quilo) tem acidez pronunciada. Com tantas novidades, uma visita não basta. E acredite: você vai querer voltar.

Preços checados em setembro/outubro de 2016.

    PADOCA EM CASA

    Eleita a melhor de sua categoria na edição 2016/2017 de COMER & BEBER, a Padaria da Esquina reforçou o portfólio. Não se trata de novos pães, mas de pratos congelados para levar, minissanduíches para eventos — estes, preparados somente por encomenda — e cestas de café da manhã. Dessas últimas, há duas versões — uma leva o nome do poeta português Fernando Pessoa: ela reúne pão mouro, pão d’água, bolo de cenoura, bolo de arroz, queijo, peito de peru, iogurte natural, requeijão, manteiga, suco, café, leite e cappuccino instantâneos, além de frutas fatiadas. Custa R$ 95,00 a individual e R$ 143,00 para dois.

    Preços checados em agosto de 2017.

    Comer e beber

    • 2016 - Vencedor

      Comidinhas padaria Comer & Beber .

      Esqueça ciabatta, baguete, brioche ou mesmo um trivial francês. Não há nada de padaria de esquina na Padaria da Esquina de Vítor Sobral. O nome vem da “mania” do chef alentejano de pensar em suas casas como se estivessem no encontro de duas ruas, por mais que elas fiquem no meio do quarteirão. Foi assim com a Tasca da Esquina, seu primeiro negócio por aqui, e é agora com este empreendimento, aberto em julho. Além de Edrey Momo, o sócio de sempre, Sobral recrutou para a empreitada os padeiros Luiz Paulo de Vasconcelos Filho e Laura Roldan. São esses dois os responsáveis pelas receitas típicas da terrinha, de fermentação longa e aroma irresistível. Bons exemplos, o mafra (R$ 36,50 o quilo) é feito com uma combinação de farinhas de trigo e de centeio e o alentejano (R$ 45,00 o quilo) tem acidez pronunciada. Com tantas novidades, uma visita não basta. E acredite: você vai querer voltar. (Preços checados em setembro/outubro de 2016).

      Fábio Galib, Mônica Santos e Jennifer Detlinger

    • 2016 - Vencedor

      Restaurantes restaurateur do ano Comer & Beber .

      Há tempos um carro não entra na garagem de Edrey Momo. Com quatro estabelecimentos em diferentes pontos da cidade, o empresário de 47 anos prefere circular numa moto Triumph 800 XCx. Dois desses empreendimentos foram abertos neste ano: a Padaria da Esquina e o izakaya Taka Daru, com investimentos estimados por ele em 5 milhões e 1 milhão de reais, respectivamente. A premiada loja de pães é mais uma parceria com o chef português Vítor Sobral, com quem ele já tem a Tasca e a Taberna da Esquina. Nesses três endereços, as receitas são da terrinha. O botequim japonês é a primeira incursão de Edrey pela culinária oriental. Sua estreia no ramo foi aos 14 anos, quando seu pai, o maestro Giovanni Momo, abriu a primeira pizzaria 1900. Da empresa familiar, migrou para bares e, finalmente, chegou aos restaurantes. “Meus negócios têm cobranças mais agressivas dos investidores”, diz. “Não sou aquele tipo de dono que passeia pelo salão e não sabe tirar um pedido. Sou mão na massa.”

      Arnaldo Lorençato, Helena Galante e Saulo Yassuda

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