Giulietta Fogo & Vino (Desde 2019)

Tipos de Restaurantes: Carnes
VejaSP
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Endereço: Rua Jerônimo da Veiga, 36 - Itaim Bibi - São Paulo - SP ver no mapa
Telefone: (11) 33686863
Horário:
segunda-feira
12:00 - 15:00 - 19:00 - 00:00
terça-feira
12:00 - 15:00 - 19:00 - 00:00
quarta-feira
12:00 - 15:00 - 19:00 - 00:00
quinta-feira
12:00 - 15:00 - 19:00 - 00:00
sexta-feira
12:00 - 15:00 - 19:00 - 01:00
sábado
12:00 - 15:00 - 19:00 - 01:00
domingo
12:00 - 16:00
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Faixa de preço

De R$116,00 a R$175,00

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Informações adicionais

Acesso para deficientes, Lugares/Capacidade total (46 lugares), Levar vinhos (permite) (R$ 50,00)

Resenha por Arnaldo Lorençato e Saulo Yassuda

Mais um dos acertos do chef e empresário Rodolfo De Santis na mesma Rua Jerônimo da Veiga onde ele se consagrou. Numa das cidades mais italianas do mundo fora da Itália, ele foi pioneiro em notar que existe um público ávido por provar carnes preparadas como na Velha Bota. Para montar o negócio, De Santis, o restaurateur do ano, inspirou-se em um dos maiores açougueiros do planeta, Dario Cecchini, um conterrâneo estabelecido no interior da Toscana. Dois cortes são feitos perto da brasa: as ótimas costeletas de cordeiro (R$ 85,00) e a parruda costata di manzo de gado black angus maturada por 28 dias com osso (R$ 110,00). Carne de panela, o ossobuco (R$ 78,00) passa pelo forno antes de ser colocado sobre o risoto à milanesa. Também é assado o tutano do acompanhamento, que vem separado da carne. O forno serve ainda para dourar em azeite as deliciosas alcachofras à judia (R$ 36,00) e o gnudi (R$ 89,00), uma variação do nhoque de queijo de cabra e batata com manteiga de trufa e cogumelos assados. Note-se: são duas pedidas lactovegetarianas. O arremate campeão chama-se pane caramello (R$ 32,00), uma espécie de rabanada de brioche de jeitão caseiro caramelada no forno que depois é umedecida com creme de baunilha e coroada com mirtilo assado.

Informações checadas entre agosto e outubro de 2019.

 

    Comer e beber

    • 2019 - Vencedor

      Carne Comer & Beber .

      Poucos chefs conseguem interpretar um duplo papel com lou- vor, de cozinheiro e empresário. Mais do que isso, tornar seu negócios sucessos acachapantes. Antes de chegar a esse mo- mento tão especial da carreira, Rodolfo De Santis, italiano nascido na Puglia em uma família muito pobre, viu na culi- nária uma salvação. Como a fome rondava sua casa, desistiu dos estudos para ajudar nas despesas e conseguiu integrar brigadas de restaurantes estrelados, como o Le Cinq, em Pa- ris, e o La Pergola, em Roma. Veio para São Paulo em outu- bro de 2011, para escapar de um passado nada confortável. Trabalhou em dois endereços que não deram certo, o moder- ninho Biondi e o clássico Domenico. Teve ainda uma passa- gem pela Tappo Trattoria. A oportunidade de dar uma gui- nada na carreira surgiu em 2015, quando se juntou a sócios investidores para abrir o restaurante fenômeno de público Nino Cucina, pelo qual recebeu o título de chef do ano em 2016. Somaram-se outros endereços: Salumeria, Da Marino, o premiado Giulietta Fogo & Vino, Peppino Cantina e Bode- ga La Barra. Ainda estão por vir a Osteria Nonna Rosa e o Forno Da Pino, cada um com um modelo de negócio diferen- te. Juntos, seus estabelecimentos recebem mais de 30000 pes- soas por mês, empregam 220 funcionários e faturam quase 5 milhões de reais a cada trinta dias. Uma mudança e tanto.Mais um dos acertos do chef e empresário Rodolfo De Santis na mesma Rua Jerônimo da Veiga onde ele se consagrou. Numa das cidades mais italianas do mundo fora da Itália, ele foi pioneiro em notar que existe um público ávido por provar carnes preparadas como na Velha Bota. Para montar o negócio, De Santis, o restaurateur do ano, inspirou-se em um dos maiores açougueiros do planeta, Dario Cecchini, um conterrâneo estabelecido no interior da Toscana. Dois cortes são feitos perto da brasa: as ótimas costeletas de cordeiro (R$ 85,00) e a parruda costata di manzo de gado black angus maturada por 28 dias com osso (R$ 110,00). Carne de panela, o ossobuco (R$ 78,00) passa pelo forno antes de ser colocado sobre o risoto à milanesa. Também é assado o tutano do acompanhamento, que vem separado da carne. O forno serve ainda para dourar em azeite as deliciosas alcachofras à judia (R$ 36,00) e o gnudi (R$ 89,00), uma variação do nhoque de queijo de cabra e batata com manteiga de trufa e cogumelos assados. Note-se: são duas pedidas lactovegetarianas. O arremate campeão chama-se pane caramello (R$ 32,00), uma espécie de rabanada de brioche de jeitão caseiro caramelada no forno que depois é umedecida com creme de baunilha e coroada com mirtilo assado.

      Arnaldo Lorençato e Saulo Yassuda

    • 2019 - Vencedor

      Restaurateur do ano Comer & Beber .

      Poucos chefs conseguem interpretar um duplo papel com louvor, de cozinheiro e empresário. Mais do que isso, tornar seu negócios sucessos acachapantes. Antes de chegar a esse momento tão especial da carreira, Rodolfo De Santis, italiano nascido na Puglia em uma família muito pobre, viu na culinária uma salvação. Como a fome rondava sua casa, desistiu dos estudos para ajudar nas despesas e conseguiu integrar brigadas de restaurantes estrelados, como o Le Cinq, em Paris, e o La Pergola, em Roma. Veio para São Paulo em outubro de 2011, para escapar de um passado nada confortável. Trabalhou em dois endereços que não deram certo, o moderninho Biondi e o clássico Domenico. Teve ainda uma passagem pela Tappo Trattoria. A oportunidade de dar uma guinada na carreira surgiu em 2015, quando se juntou a sócios investidores para abrir o restaurante fenômeno de público Nino Cucina, pelo qual recebeu o título de chef do ano em 2016. Somaram-se outros endereços: Salumeria, Da Marino, o premiado Giulietta Fogo & Vino, Peppino Cantina e Bodega La Barra. Ainda estão por vir a Osteria Nonna Rosa e o Forno Da Pino, cada um com um modelo de negócio diferente. Juntos, seus estabelecimentos recebem mais de 30000 pessoas por mês, empregam 220 funcionários e faturam quase 5 milhões de reais a cada trinta dias. Uma mudança e tanto.

      Arnaldo Lorençato

    • 2019 - Indicado

      Estreia do ano Comer & Beber .

      Esqueça cortes que se consagraram no Brasil, como a picanha ou o bife ancho, alegria de argentinos e uruguaios. O Giulietta Fogo & Vino, de Rodolfo De Santis, o restaurateur do ano, usa a Itália como inspiração. No menu, a peça que mais chama atenção é a costata di manzo com osso maturada por 28 dias (R$ 110,00). Como outros negócios do chef-empresário, este endereço estreou com gente saindo pelo ladrão. Fala-se aqui de um charmoso salão escondido atrás da Salumeria, que nada mais é que uma extensão do vizinho Nino Cucina. O Giulietta ajuda assim a aumentar o congestionamento humano naquela quadra do Itaim, onde está também a casa de pescados Da Marino.

      Arnaldo Lorençato e Saulo Yassuda

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