Frangó (Desde 1987)

Tipos de Bares: Chope e cerveja
VejaSP
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Endereço: Largo da Matriz de Nossa Senhora do Ó, 168 - Freguesia do Ó - São Paulo - SP ver no mapa
Telefone: (11) 39324818
Horário:
segunda-feira
Fechado
terça-feira
11:00 - 00:00
quarta-feira
11:00 - 00:00
quinta-feira
11:00 - 00:00
sexta-feira
11:00 - 02:00
sábado
11:00 - 02:00
domingo
11:00 - 19:00
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Informações adicionais

Acesso para deficientes, Lugares/Capacidade total (180 lugares), Levar vinhos (permite) (R$ 55,00)

Resenha por Saulo Yassuda e Gabrielli Menezes

Bom representante etílico na Freguesia do Ó, este bar com jeitão interiorano foi um dos primeiros da cidade a investir em cervejas artesanais. Se a carta hoje não apresenta tanta vitalidade na seleção das sugestões, é possível encontrar bons clássicos. Da Bélgica, a Gouden Carolus Tripel se mostra turva e um quê adocicada, com 9% de teor alcoólico (R$ 42,00, 330 mililitros). Encorpada, a Benediktiner Weissbier (R$ 28,00, 500 mililitros) é uma típica cerveja de trigo alemã. Na hora de petiscar, é quase impossível não ir de coxinha (R$ 28,00, dez unidades). Frita na hora, ela traz uma quantidade generosa de catupiry sob a casquinha grossa. Nos dias mais frios, agrada o caldo de feijão (R$ 19,00), que só peca pelo torresmo frito até amargar.

Informações checadas entre agosto e outubro de 2019.

    Comer e beber

    • 2019 - Participante

      Bares – Chope & Cerveja Comer & Beber .

      Bom representante etílico na Freguesia do Ó, este bar com jeitão interiorano foi um dos primeiros da cidade a investir em cervejas artesanais. Se a carta hoje não apresenta tanta vitalidade na seleção das sugestões, é possível encontrar bons clássicos. Da Bélgica, a Gouden Carolus Tripel se mostra turva e um quê adocicada, com 9% de teor alcoólico (R$ 42,00, 330 mililitros). Encorpada, a Benediktiner Weissbier (R$ 28,00, 500 mililitros) é uma típica cerveja de trigo alemã. Na hora de petiscar, é quase impossível não ir de coxinha (R$ 28,00, dez unidades). Frita na hora, ela traz uma quantidade generosa de catupiry sob a casquinha grossa. Nos dias mais frios, agrada o caldo de feijão (R$ 19,00), que só peca pelo torresmo frito até amargar.

      Saulo Yassuda e Gabrielli Menezes

    • 2018 - Participante

      Chope e cerveja Comer & Beber .

      Um dos ícones da Freguesia do Ó, este pedaço boêmio foi montado há 31 anos em frente ao Largo da Matriz, onde fica a igreja que dá nome ao bairro. O bar virou sinônimo de um bom petisco servido ali: a coxinha de tamanho médio, casquinha crocante e recheio de frango com uma farta camada de catupiry. Pode ser pedida por unidade (R$ 5,50) ou em dezena (R$ 34,00). Esse salgado vai melhor que porções como a de cupim em cubos puxado no alho (R$ 39,00), sem graça no paladar. Para acompanhar, consultar o extenso catálogo de cervejas especiais — nacionais e importadas — é quase obrigatório. Clássica belga, a trapista Chimay Blue (R$ 45,00, 330 mililitros) tem coloração marrom e sabor complexo e adocicado. Enlatada, a Faxe (R$ 21,00, 500 mililitros) vem da Dinamarca e é uma india pale ale de pegada simples. (Informações checadas entre julho e setembro de 2018).

      Saulo Yassuda e Gabrielli Menezes

    • 2017 - Participante

      Chope e cerveja Comer & Beber .

      Instituição da Zona Norte, o boteco acaba de completar trinta anos e continua a encantar a freguesia com sua coxinha de casquinha crocante (R$ 32,00, dez unidades). Há outras delícias, como os cubos de cupim acebolado, acompanhados de farofa, vinagrete e pão (R$ 38,00). O grande atrativo, contudo, é a carta de cervejas, que oferece respeitosas 430 possibilidades. Fique com o recém-lançado rótulo da casa produzido em parceria com a Dama Bier, de Piracicaba (SP). Trata-se de uma doppel bock maturada em barris de carvalho e umburana, servida em garrafa de 500 mililitros (R$ 65,00).(Preços checados em setembro de 2017).

      Saulo Yassuda e Fábio Galib

    • 2016 - Indicado

      Bares carta de cervejas Comer & Beber .

      Lá no alto da Freguesia do Ó, este bar de quase trinta anos foi um dos primeiros da cidade a se dedicar às cervejas especiais. Pesada e cheia de páginas, a carta traz 430 rótulos catalogados, como o alcoólico St. Feuillien Grand Cru (R$ 42,00, 330 mililitros), da Bélgica. Gelada da casa, a american pale ale produzida pela Colorado sai a R$ 22,00 (600 mililitros). O menu, célebre pela coxinha (R$ 5,00), ganhou um sopro de renovação com receitas do chef Marcelo Corrêa Bastos (Jiquitaia), entre elas o beirute de cupim (R$ 28,00). (Preços checados em setembro/outubro de 2016.)

      Saulo Yassuda e Fábio Galib

    • 2015 - Participante

      Bares chope e cerveja Comer & Beber .

      O boteco atrai multidões à Freguesia do Ó em busca da dupla imbatível e consagrada: cerveja e coxinha. Uma extensa carta, de 28 páginas, relaciona 450 variedades da bebida divididas por país e por estilos, com breves descrições sobre estes. Surgem entre as sugestões a gaúcha Coruja Baca (R$ 26,00; 330 mililitros), lager amarguinha, com pitanga na fórmula. Se estiver a fim de fazer uma imersão no mundo do malte e do lúpulo, peça uma das degustações sugeridas pela casa, de temas como “seleção trigo” (R$ 143,00) e “trapistas” (R$ 177,00), de seis garrafas cada uma. Embora vasta, a carta carece de um número maior de títulos lançados recentemente, sobretudo nacionais. Da ala petiscável, uma das inclusões é o bolinho de mandioquinha e costela defumada (R$ 38,00, dez unidades). Parece uma boa ideia, mas peca pelo desequilíbrio: carne de menos, massa de mais. Melhor ficar com o petisco-símbolo: a ótima coxinha (R$ 5,00, individual), sequinha, de massa saborosa e com um pouco de catupiry. (Preços checados em setembro/outubro de 2015).

      Saulo Yassuda

    • 2014 - Indicado

      Bares carta de cervejas Comer & Beber .

      São Paulo tem alguns pontos turísticos boêmios obrigatórios, e este, sem dúvida, é um deles. Fora do eixo gastronômico, está instalado num largo com cara de interior. Dispõe de algumas mesas na calçada, outras nos pequenos salões internos e muitas no porão. Além de sua coxinha-celebridade (R$ 29,00, dez unidades), sequinha e com recheio de frango desfiado mais catupiry, o lugar é um dos pioneiros a se dedicar às cervejas especiais (começou a tratar do assunto no finzinho dos anos 80). Ostenta, portanto, uma senhora carta com mais de 450 rótulos e dezenas de páginas. Nas primeiras delas registram-se as promoções e as garrafas recém-incluídas (nem todas disponíveis, vale lembrar), como a Colorado Frangó (R$ 15,00; 600 mililitros), uma american pale ale feita para comemorar o aniversário do bar. As seguintes sugerem algumas degustações fechadas e os outros rótulos, agrupados por estilo. A St. Feuillien Saison, uma belga dourada e de sabor complexo, sai por R$ 69,00 (750 mililitros). Tímida, a seleção de chopes traz apenas três títulos. (Preços checados em setembro/outubro de 2014).

      Saulo Yassuda

    • 2013 - Indicado

      Bares carta de cervejas Comer & Beber .

      O ambiente todo devotado — e lotado — a cervejas recebe famílias inteiras para comemorações das mais variadas efemérides, de aniversários a simples reuniões sem maiores compromissos. Amigos vão lá afogar problemas, falar de tudo o que é desta e de outras vidas, ou por puro diletantismo etílico. Este boteco, encravado em um largo interiorano da capital, guarda a verdadeira alma do boteco: simples, caótica, festiva e descompromissada. Por ali, amontanham-se cerca de 450 rótulos de cerveja, organizados em um menu de fácil navegação, apesar de suas dezenas de páginas. Na primeira delas, estão as novidades e promoções. As seguintes propõem algumas degustações fechadas com seis rótulos. A frangó custa R$ 154,00. Depois, as cervejas são apresentadas dentro de suas famílias com descrição de cor, origem, estilo, graduação alcoólica, volume e preço. Por fim, elas são novamente agrupadas por países de origem. Isso torna a vida dos cervejeiros bem mais fácil. Para acompanhar a bebedeira, vale provar as famosas coxinhas (R$ 27,00, dez unidades), sequinhas, com recheio desfiado, sapilcado por salsinha e com uma bolinha de catupiry. Da grelha saltam apetitosos frangos espalmados (R$ 63,00) acompanhados por polenta frita, farofa e salada. Uma festa completa. (Preços checados em setembro/outubro de 2013).

      Luiz Henrique Ligabue e Marcelo Cobra

    • 2012 - Vencedor

      Bares carta de cervejas Comer & Beber .

      Depois de ficar distante do pódio por três edições, o Frangó retorna ao rol dos campeões justamente em 2012, quando completa 25 anos de funcionamento. Fundado em 1987, o boteco de Cassio Piccolo e Norberto D’Oliveira foi um dos primeiros endereços a apresentar aos paulistanos maravilhas belgas, holandesas e checas. Mesmo com a profusão de casas surgidas nesse segmento, conseguiu se manter uma referência para os amantes da cerveja e conquista, pela terceira vez, o prêmio da categoria. Seus freezers guardam 450 rótulos, organizados num impressionante cardápio de 24 páginas. Logo na abertura da carta se encontram as récem-chegadas, caso da americana Sixpoint Resin Imperial IPA, e os chopes especiais, como o belga Delirium Tremens, com 8,5% de gradação alcoólica. Gosta de extravagâncias? A dica é a escocesa Harviestoun Ola Dubh 40, maturada durante quarenta anos em barris usados para envelhecer uísque. Depois de escolher uma dessas tentações, não deixe de pedir as famosas minicoxinhas de frango com catupiry.

      Veja SP

    • 2011 - Indicado

      Bares carta de cervejas Comer & Beber .

      Hospedado numa casa centenária, de 1894, este templo da cerveja da cidade ostenta o título de pioneiro no segmento. Em agosto, completou 24 anos de atividade. Suas paredes enaltecem a bebida com pôsteres, placas, luminosos, bandejas e bolachas de chope, numa incrível coleção reunida pelos donos, Cassio Piccolo e Norberto D’Oliveira. Novidade entre os mais de 300 rótulos, a Infinium, parceria da cervejaria alemã Weihenstephan com a americana Samuel Adams, é uma strong ale efervescente, que deve ser degustada em taça de champanhe. Para bolsos mais comedidos, a dica é a Spitfire Premium Kentish Ale, elaborada pela mais antiga cervejaria da Inglaterra, a Shepherd Neame, fundada em 1698. Do estilo imperial stout, a escocesa Brewdog Paradox tem como curiosidade ser maturada em barris usados para envelhecer uísque. Para acompanhar essas preciosidades fermentadas, não deixe de provar sua célebre coxinha com catupiry.

      Veja SP

    • 2010 - Indicado

      Bares carta de cervejas Comer & Beber .

      Dono de um dos maiores acervos de cerveja da cidade, a casa da Freguesia do Ó também encanta pela localização, num imóvel de 1894, e pela deliciosa coxinha com catupiry. Seu robusto cardápio de loirinhas, morenas e ruivas reúne mais de 300 rótulos. Entre eles estão a saborosa belga Hoegaarden Grand Cru, a negra americana Flying Dog Gonzo Imperial Porter, de sabor bem torrado, e a francesa Saint Landelin Ambrée. A casa serve ainda, com exclusividade, o chope holandês La Trappe. Para acompanhar, o cardápio traz novidades: rabada com polenta e agrião, caldo de mocotó com bacon e feijão-branco e pernil fatiado acebolado com pimenta-biquinho.

      Veja SP

    • 2010 - Indicado

      Bares cozinha Comer & Beber .

      Dono de um dos maiores acervos de cerveja da cidade, a casa da Freguesia do Ó também encanta pela localização, num imóvel de 1894, e pela deliciosa coxinha com catupiry. Seu robusto cardápio de loirinhas, morenas e ruivas reúne mais de 300 rótulos. Entre eles estão a saborosa belga Hoegaarden Grand Cru, a negra americana Flying Dog Gonzo Imperial Porter, de sabor bem torrado, e a francesa Saint Landelin Ambrée. A casa serve ainda, com exclusividade, o chope holandês La Trappe. Para acompanhar, o cardápio traz novidades: rabada com polenta e agrião, caldo de mocotó com bacon e feijão-branco e pernil fatiado acebolado com pimenta-biquinho.

      Veja SP

    • 2008 - Vencedor

      Bares chope e cerveja Comer & Beber .

      Para chegar, a partir da Avenida General Edgar Facó, à Freguesia do Ó, encara-se uma subida de 800 metros. Lá no alto, junto a uma pracinha com igreja, encontra-se o olimpo paulistano das cervejas. Hospedado há 21 anos num casarão do século XIX, o Frangó leva novamente o prêmio de a melhor carta de loirinhas, morenas e ruivas da cidade. Embora a oferta de endereços especializados na bebida tenha aumentando bastante nos últimos tempos, nenhum deles alcança o Frangó em número de rótulos. Atualmente, o bar dispõe de 250, entre nacionais e importados. Além disso, os proprietários Cassio Piccolo e Norberto D'Oliveira lançaram neste ano um novo e robusto menu. Tem vinte páginas, pesa 850 gramas e traz dicas e sugestões de degustação. Nele, as delícias fermentadas não são ordenadas por país, e sim por tipo. Entre as ales (pronuncia-se êils), ou seja, de alta fermentação, merecem destaque as douradas Piratt, da Bélgica, e Urthel Hop-It, holandesa oferecida numa garrafa de 750 mililitros com rolha. Das ales escuras, mire a belga Gulden Draak, aromática e de paladar encorpado. Também compõem o acervo etílico as trapistas (feitas por monges), caso da Westmalle Tripel, e as safradas, a exemplo da cara Cuvée van de Keizer 2000, produzida só uma vez por ano, sempre no dia 24 de fevereiro. Com preços mais moderados, os rótulos de microcervejarias brasileiras marcam presença, como as famílias da catarinense Eisenbahn e das paulistas Baden Baden e Colorado. Antes de se entregar a essas perdições engarrafadas, abasteça-se com as famosas minicoxinhas de frango e catupiry.

      Veja SP

    • 2007 - Vencedor

      Bares chope e cerveja Comer & Beber .

      Uma casa dedicada ao mundo da cerveja. É essa a sensação que se tem ao entrar no Frangó. As paredes do célebre boteco, instalado num imóvel centenário, são cobertas por objetos e relíquias relacionados à boa e velha birra. Há pôsteres, placas, luminosos, bandejas, bolachas de chope e muitos rótulos tirados de garrafas, numa incrível coleção reunida ao longo de vinte anos pelos proprietários Cassio Piccolo e Norberto D'Oliveira. Por toda essa devoção, o endereço da Freguesia do Ó triunfou na inédita premiação da melhor carta de cervejas. Entre nacionais e importadas, seus freezers armazenam cerca de 200 rótulos de quinze países. Para pesquisar novidades, Piccolo viaja pelo menos duas vezes ao ano para a Europa, visitando feiras e cervejarias. As sugestões variam bastante. Vão de marcas brasileiras pouco conhecidas, como a gaúcha La Brunette e a paulista de Ribeirão Preto Colorado Índica, à cara belga Deus, elaborada pelo método champenoise – o mesmo usado para fazer o champanhe. As veneradas belgas, aliás, se destacam na carta. Três delas: a Orval, do tipo trapista; a frutada Karmeliet Tripel, que leva cevada, trigo e aveia; e a La Chouffe, de cor âmbar e espuma densa. Outro xodó do bar, a coxinha de frango com catupiry é par ideal para escoltar as preciosas loirinhas, morenas e ruivas.

      Veja SP

    • 2006 - Vencedor

      Bares botecos Comer & Beber .

      Vencedor da categoria por cinco anos seguidos (de 2000 a 2004), o Frangó está de volta ao pódio dos campeões. Mais do que freqüentar um boteco especial, ir até a Freguesia do Ó visitá-lo tornou-se programa clássico para muitos paulistanos. Devotos de todos os cantos da cidade já pisaram no centenário casarão, convertido em bar em 1987, atrás de seu magnífico estoque de cervejas. Das quase 200 marcas de variadas nacionalidades, aparecem desde representantes de microcervejarias nacionais, caso da gaúcha La Brunette até as reverenciadas trapistas (fabricadas dentro de monastérios), entre elas as belgas Orval e Chimay Red e a holandesa La Trappe Blond, recentemente incorporada ao menu. Na hora de acompanhar as preciosas loirinhas, morenas e ruivas, entra em cena outra delícia servida ali: a coxinha de frango com catupiry. A clientela devora por dia, em média, perto de 1 000 unidades do salgado, que tem fãs declarados, como o músico-gourmet Ed Motta.

      Veja SP

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