Tirar o passado a limpo
Neurocientista e psiquiatra, Diogo Lara explica como usar o processamento de memórias para deixar o presente mais leve
“As situações passadas que a gente não conseguiu resolver internamente geram um espécie de tralha que a gente vai carregando.” Qualquer um que tenha já vivenciado alguma dificuldade de deixar o que passou no passado identifica essa sensação descrita por Diogo Lara. Neurocientista e psiquiatra, ele conversa com Helena Galante sobre os mecanismos de processamento de memórias no episódio #42 do podcast Jornada da Calma. O objetivo ao lidar com traumas e dramas, entre outros eventos,é deixar o presente mais leve. “Dramas geram memórias. A separação entre passado e presente não é tão clara assim para nós”, afirma.
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Autor do livro Imersão e criador do aplicativo Cíngulo, ele convida a consciência a identificar os estados emocionais no lugar do ego. Sabe aquele medo de errar na frente de todo mundo que vem lá da escola, quando uma professora te chamou para ir à lousa? Dá para atualizar essa memória para sair mais íntegro de qualquer experiência semelhante. “A personalidade é mais plástica do que se imagina. Há recursos dormentes dentro da gente que podem ser habilitados com a ajuda de um terapeuta.
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