Feiras livres ocorrem na capital há um século

Os primeiros eventos do tipo oficiais ocuparam o Largo do Arouche e a Rua São Domingos

A prefeitura anunciou recentemente que vai iniciar nos próximos dias a instalação de banheiros móveis nas feiras livres da capital. A unidade terá até ar-condicionado e incluirá artigos de higiene pessoal. A melhoria será bancada com apoio da iniciativa privada.

Trata-se de um incremento considerável para os 140 “sacolões” que ocorrem atualmente nos mais diversos bairros de São Paulo. O fenômeno faz parte da identidade da vida paulistana e remonta ao século XIX. O pioneiro nesse setor por aqui foi o Mercado dos Caipiras, que surgiu em meados de 1870 às margens do Rio Tamanduateí, na região central.

Ali eram comercializados artigos alimentícios trazidos principalmente do interior. O negócio acabou servindo de influência para o aparecimento de outras iniciativas similares pela cidade. Em 1914, em resposta ao encarecimento dos alimentos que até então eram livres de impostos, a prefeitura criou um plano para estruturar o ramo.

Assim, no ano seguinte, inaugurou as primeiras sete feiras “oficiais”, em regiões como Largo do Arouche, Largo General Osório e Rua São Domingos.

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