O papel de parede volta em versões mais incrementadas
Hit de decoração dos anos 70 e 80, ele ressuscitou nas lojas da capital em versões que vão da palha natural ao PVC
Ao lado do carrinho de bebidas e dos móveis ao estilo colonial, o papel de parede era um dos hits de decoração dos anos 70 e 80. Aos poucos, de artigo chique passou a ser visto como uma coisa cafona e datada.
Nos últimos tempos, porém, ressuscitou nas lojas da capital em versões incrementadas, a maioria delas importada. Entre os materiais utilizados, há desde palha natural até PVC. Se a ideia for impactar, existem outros que imitam textura de couro e parede descascada. “Além de serem mais fáceis de aplicar e de limpar, muitos papéis têm o preço igual ao de uma pintura, às vezes até menos”, afirma a decoradora Marília Veiga.
+ Confira uma galeria com as novas versões de papel de parede
Várias empresas estão lucrando com o negócio. A rede Tok&Stok vendeu 21 000 rolos de 10 metros no primeiro semestre deste ano, 30% mais que no mesmo período de 2012. Um dos novos endereços especializados na praça, o Orlean abriu as portas em agosto passado na Alameda Gabriel Monteiro da Silva. Oferece atualmente cerca de 20 000 versões de papel de parede vindas da Europa e dos Estados Unidos.
Uma das paulistanas que entraram recentemente na onda foi a publicitária Karina Godinho. No fim de 2012, ela pediu à designer de interiores Christina Hamoui que colocasse no seu quarto uma versão produzida pela marca Ralph Lauren. Entre a compra da matéria-prima e a aplicação, a operação custou 4 300 reais. “O inusitado efeito metalizado se tornou o personagem principal na decoração”, elogia Karina.
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