Que tal uma noite na casa de vidro?
Projeto de 1949 do arquiteto moderno americano Philip Johnson, a Glass House se abre para além das visitas e exposições — agora é possível hospedar-se ali com vista plena para a paisagem bucólica de Connecticut
Philip Johnson detestava hospedar. Raros foram os afortunados a passar a noite no paralelepípedo de aço e vidro onde o arquiteto morou por 56 anos com o companheiro, o curador David Whitney, até morrer, aos 99. Sete anos depois de virar fundação e quase uma década depois da morte de Johnson, em 2005, este ícone da arquitetura moderna abre-se para hóspedes.
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A ideia é dar vida de casa à casa — além das visitas e exposições, que atraem cerca de 13 000 pessoas por ano ao lugar — e proporcionar uma imersão, ainda que de menos de 24 horas, no estilo de vida dos donos. A experiência (30 000 dólares) começa com um jantar para dez pessoas, seguido de passeio guiado pela biblioteca e pelo anexo com a coleção de arte do século XX. A um casal do grupo reserva-se a chance de dormir na construção que Johnson fez, em 1949, como a moradia ideal.
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Para proteger a casa transparente, batizada de Glass House, dos voyeurs, o arquiteto a colocou no alto de uma colina. O gesto, dizia ele, tinha uma intenção ainda mais importante: o morro serve de anteparo para os bons espíritos, que, assim, passam a habitar o lugar.
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