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Colheita de café acontece no Instituto Biológico neste sábado (25)

Atividade é gratuita, aberta ao público e conta com o auxílio de especialistas

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
24 Maio 2019, 18h36 • Atualizado em 20 jan 2022, 10h28
Instituto Biológico: cafezal urbano para pesquisa (Instituto IB/Divulgação)
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  • Tem cafezal em São Paulo. Sim, no meio da cidade. Mais precisamente na Vila Mariana, nos fundos do Instituto Biológico (Avenida Conselheiro Rodrigues Alves, 1252). Como acontece há treze anos por lá, o público é convidado para participar da colheita do fruto, que apresenta duas safras por ano.

    Com entrada gratuita, o evento acontece neste sábado (15), às 10h30. Os visitantes caminham pela roça urbana com cerca de 2.000 pés das variedades mundo novo e catuaí e têm a oportunidade, com a ajuda de especialistas, de fazer a chamada colheita seletiva, que consiste em catar apenas os frutos bem maduros. É a chance de se sentirem camponeses por um dia.

    Cafezal do IB 3
    Camponeses por um dia: seleção dos grãos maduros (Instituto IB/Divulgação)

    Depois de percorrer a área plantada — o cafezal tem 10.000 metros quadrados — selecionando os grãos diretamente no pé, os participantes recebem um desjejum com biscoitos e… café.

    Os frutos coletados são despolpados com a ajuda de água, passam por secagem, beneficiamento, torra e por outros processos que ficam a cargo de cooperativas parceiras. Quando moído e embalado, é levado ao Fundo Social de São Paulo.

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    São Paulo, café e o Instituto

    Inaugurado em 1927, o Instituto Biológico (IB) é um centro de pesquisa vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado. Uma das razões para a criação do órgão foi ajudar os chamados barões do café a controlar pragas que atingiam suas lavouras. O lugar se consolidou como uma das principais entidades de formação de cientistas agrícolas de São Paulo. 

    Desde 1945, ocupa um prédio estilo art déco projetado pelo arquiteto Mário Whately. Os pés de café foram plantados nos fundos do terreno na metade da década de 50 com dois fins: pesquisa e preservação da memória.

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