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Primavera Sound: o que funcionou (ou não) no festival

Confira os pontos positivos e negativos do evento que rolou pela primeira vez na cidade

Por Tomás Novaes e Humberto Abdo 8 nov 2022, 18h33 | Atualizado em 8 nov 2022, 20h53
Imagem mostra outdoor escrito "Primavera Sound" com luzes iluminadas. Ao redor, pessoas transitando
Primavera Sound São Paulo 2026: festival confirmado (Pridia/Divulgação)
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E lá se passaram dois dias de muuuitas música. O Distrito Anhembi foi ocupado pelo festival catalão Primavera Sound, que rolou na cidade pela primeira vez, no sábado (5) e no domingo (6).

Contou com grandes atrações, como a islandesa experimental Björk, a banda de indie rock britânica Arctic Monkeys e o rapper americano Travis Scott. Veja o que deu certo e o que não funcionou.

 

PONTOS POSITIVOS

> A dinâmica entre os palcos — não havia muvuca para transitar de um para o outro.
> A diversidade dos espaços para ver os shows: palco ao ar livre com arquibancada, auditório fechado com cadeiras, área coberta de música eletrônica…
> A curadoria do line-up e os horários bem distribuídos.
> Os telões de qualidade do palco principal, o que facilitou a vida de quem viu shows lá do fundo.
> Banheiros em quantidade adequada e bem localizados (alguns, muito espaçosos e bem decorados), o que impediu a formação daquelas filas imensas típicas de festivais grandes.
> Praça principal de alimentação enorme e com muitos pontos de compra de bebida e comida, bem espalhados pelo complexo.

 

PONTOS NEGATIVOS

> A visão do público no palco Beck’s, o principal, foi prejudicada por conta das árvores. Você só conseguia enxergar bem os artistas se estivesse na faixa central — o que era difícil já que os shows lá foram os mais lotados.
> Os preços de algumas comidas, com hot dog de 30 a 35 reais. Drinques tinham melhor custo-benefício.
> Transporte para ir embora. Houve filas imensas para pegar ônibus na porta do festival, que termina de madrugada, portanto, sem metrô.
> As filas que se formaram na entrada no primeiro dia de evento.

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