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Morre Gal Costa, uma das maiores vozes do Brasil, aos 77 anos

A cantora sofreu um infarto na manhã desta quarta-feira (9), segundo assessoria

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 9 nov 2022, 12h36 - Publicado em 9 nov 2022, 11h27

A cantora baiana Gal Costa morreu na manhã desta quarta-feira (9), aos 77 anos, vítima de um infarto. A informação foi confirmada pela assessoria da artista à Vejinha.

+ Primavera Sound: o que funcionou (ou não) no festival

Uma das maiores cantoras da história da música brasileira, Gal havia cancelado sua participação no festival Primavera Sound, que aconteceu neste final de semana em São Paulo, para se recuperar da retirada de um nódulo na fossa nasal direita.

A artista estaria fora dos palcos até o final do mês, seguindo recomendações médicas.

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“Deveríamos viver 350 anos”

Em conversa com a Vejinha em novembro de 2015, então com 70 anos, ela afirmou que se sentia jovem e confidenciou o desejo de viver centenas de anos para fazer tudo o que gostaria. “Quem disse que tenho 70? Eu me sinto jovem. Assim como Caetano, acho que não envelheci. Deveríamos viver uns 350 anos. Ainda há muito que fazer”, falou. Na ocasião, a artista havia lançado há pouco o álbum Estratosférica.

Nascida Maria da Graça Costa Penna Burgos em Salvador, Bahia, a cantora morava em São Paulo desde 2013, nos Jardins. Na conversa com a revista, afirmou que a cidade tinha “uma coisa séria” com a qual se identificava. Mas a primeira vez que ela veio à capital foi na década de 1960, quando se mudou para a cidade com o objetivo de se tornar cantora. Gal morou em uma quitinete na Avenida São João, no centro. Depois, dividiu um “apartamento imenso” (nas palavras dela) com o produtor musical Guilherme Araújo, na Avenida São Luís.

“Aqui foi um lugar difícil no começo, ainda mais porque eu tinha deixado a minha família na Bahia”, lembrou na ocasião. “Eu era dura de grana, me sustentava com participações nos programas de TV. Pelo menos, comíamos pizza”. Em 1969, ela se mudou para o Rio de Janeiro, onde ficou por 24 anos.

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