Clique e Assine a partir de R$ 12,90/mês
Humberto Abdo (Maria Carolina Matheus da Silva) Terraço Paulistano Notas exclusivas sobre artistas, políticos, atletas, modelos, empresários e pessoas de outras áreas que são destaque na cidade. Por Humberto Abdo.

“Não estou tomando o lugar de uma atriz”, diz ator que vive Aracy de Almeida

À Vejinha, Raphael Gama, que estará em cartaz com duas peças no próximo final de semana, contou que se considera “um estudioso do comportamento feminino”

Por Gabriela Del'Moro Atualizado em 13 jan 2022, 18h03 - Publicado em 14 jan 2022, 06h00

O ator Raphael Gama retorna aos palcos na sexta que vem (21). Volta a interpretar Dulce, uma senhora rica com o marido à beira da morte na peça Uma Lágrima para Alfredo, dirigida por Eduardo Martini.

+ Teatro Bibi Ferreira apresenta temporada de clássicos infantis

No mesmo Teatro União Cultural, o paulistano vive, a partir do dia 23, a sambista carioca Aracy de Almeida (1914-1988). A direção de Araca — Um Tributo a Aracy de Almeida é de Elias Andreato.

Gama solta a voz, especialmente com canções de Noel Rosa, eternizadas pela intérprete, e retoma frases ditas por ela. Sua transformação na cantora não é das mais demoradas. Dura “só” trinta minutos. “Ela não era tão vaidosa, escondia-se atrás do cabelo e óculos larguíssimos”, explica.

O figurino é uma criação — e presente — do estilista Fause Haten. Aos 34 anos, Gama chega a seu oitavo papel de mulher da carreira. “Eu me considero um estudioso do comportamento feminino”, diz. “Não estou tomando o lugar de uma atriz, mas celebrando a vida. É o que o Brasil sentiu com Paulo Gustavo (1978-2021). Ele não estava tirando sarro das mães, mas fazendo uma homenagem”, defende.

+Assine a Vejinha a partir de 12,90. 

Publicado em VEJA São Paulo de 19 de janeiro de 2022, edição nº 2772

Continua após a publicidade

Publicidade