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Porchat e Duvivier rebatem Carioca por criticar manifestações por Agatha

"Muitos ali que todos sabem que gostam muito da farinha e da erva", escreveu Carioca sobre pessoas que se revoltaram com caso de menina morta no Alemão

Por Redação VEJA São Paulo 22 set 2019, 11h46

A morte de Agatha Vitória Sales Félix, menina de 8 anos atingida por uma bala nas costas no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, mobilizou o Brasil nos últimos dias. Muitos usuários do Twitter, entre eles artistas, não pouparam a voz na hora de manifestar revolta sobre o ato de violência. O comediante Marvio Lucio, mais conhecido como Carioca, do Pânico, no entanto, não gostou muito das postagens e disparou: “Só de olho na lacração fazendo campanha contra violência no Rio. Desculpa, mas tem muitos ali que todos sabem que gostam muito da farinha e da erva… Alimentam o mecanismo e querem bancar a paz? Hipócritas! (…)”.

Colega de profissão, o apresentador Fábio Porchat repostou o comentário e rebateu a crítica. “Vamos discutir a descriminalização então? Vamos discutir política pública? O que você sugere? Guerra as drogas? Não tem funcionado. Não sei se você chegou a ver que mataram uma menina de 8 anos. Mas a culpa é da lacração mesmo“, escreveu na rede social.

Carioca ficou sentido com a resposta e disse que nunca colocou o povo contra Porchat e que respeita a opinião do humorista. “Você precisa se unir mais aos seus colegas da comédia e não aparecer somente para lacrar“, aconselhou Carioca em tom de ironia.

Neste domingo (21), outro comediante, Gregório Duvivier, fez renascer a discussão: “Claro! A culpa é da maconha (…)“. Carioca, então, falou sobre violências que aconteceram em sua família: “Perdi meu primo PM há 13 anos, meu pai foi baleado há 8 anos, já vi um amigo ser assassinado. Fugi de São Gonçalo por traumaaa!!!! Não olho a violência de binóculos do Leblon para o Vidigal“.

Duvivier disse que sente pelas perdas, mas que a maconha não tem a ver com elas. O humorista concluiu o tweet com: “A culpa é do Estado, a culpa é da proibição que, ela sim, fomenta o tráfico“.

Confira a troca de mensagens:

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