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Mulher revela estranho motivo por que tem dois tons de pele

"Eu quero inspirar pessoas a sentirem-se belas e confiantes", desabafou a jovem após revelar a verdade sobre a condição extraordinária

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 7 jun 2017, 19h07 - Publicado em 7 jun 2017, 19h05

A cantora e modelo californiana Taylor Muhl, de 33 anos, foi diagnosticada com uma condição chamada quimerismo em 2009 — seus órgãos do lado esquerdo do corpo são comparativamente maiores e a jovem tem dois sistemas imunológicos e dois fluxos sanguíneos. O motivo, no entanto, é para lá de assustador: a mulher absorveu sua irmã gêmea fraterna no útero.

O sintoma mais visível da condição, no entanto, é uma “marca de nascença” que a mulher tem no tronco: a mancha vermelha divide, quase simetricamente, o seu corpo. De um lado, sua pigmentação natural de pele — do outro, o tom da irmã gêmea que ela nunca conheceu. A coloração única faz com que o caso de Taylor seja ainda mais raro pois, em casos de quimerismo, as maioria dos sintomas são internos. A jovem revelou ao The Daily Mail que não fazia ideia que a mancha avermelhada era o sinal de uma condição incomum até assistir um documentário sobre o assunto.

Agora, quase uma década após descobrir a verdade, a modelo decidiu revelar a verdade para aceitar algo que a faz única — e, no caminho, encorajar outras pessoas que enfrentam a mesma condição.

Quando eu tinha 6 anos de idade, eu perguntava para a minha mãe se eu tinha um irmão gêmeos. Ela ficava muito confusa. Eu até pedia para amigas brincarem comigo, como se fossem minhas gêmeas“, revelou a jovem sobre sua infância. Na época, ela não fazia ideia que compartilhava DNA com outro bebê, mas alegou que sempre soube que havia algo diferente.

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Além das tonalidades diferentes de pele, Taylor ficava doente constantemente quando criança: ela sempre enfrentou diversas gripes e resfriados, fortes dores de cabeça e ciclos menstruais incomuns. Ela, no entanto, só foi descobrir que sofria com a condição médica extremamente rara quando visitou um otorrinolaringologista. Por sorte, o homem tinha trabalhado com um produtor de televisão que tinha um programa que falava sobre casos extraordinários da medicina. Após o diagnóstico, a modelo descobriu até que é alérgica a certos tipos de metais — mas apenas num único lado do corpo, fenômeno provocados pelos diferentes sistemas imunológicos.

Desde o diagnóstico, Taylor está tentando entender a condição: “Eu não quero ser uma cobaia ou uma aberração humana. Eu sempre quis manter o meu estômago em segredo, cobrindo-o ou retirando a mancha com ajuda do Photoshop. Mas, agora, eu quero abraçar as minhas diferenças. Eu quero inspirar pessoas a sentirem-se belas e confiantes“, desabafou a jovem.

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