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Farsa da grávida de Taubaté completa 10 anos: como ela enganou o Brasil?

Maria Verônica Santos ostentou barrigão ao fingir esperar quadrigêmeas e apareceu até na televisão

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 11 jan 2022, 18h12 - Publicado em 11 jan 2022, 18h10

A história da “grávida de Taubaté” começou no fim de dezembro de 2011. Nessa época, Maria Verônica Santos começou a circular pela cidade com uma barriga gigantesca e dizia estar grávida de quadrigêmeas por meios naturais. O caso imediatamente foi parar nos jornais e em programas de televisão. A Record TV, inclusive, exibiu uma entrevista com a mulher no dia 11 de janeiro de 2012.

Em entrevistas, a pedagoga dizia que as meninas se chamariam Maria, que havia engordado por conta da gestação e que a família passaria por problemas financeiros com a chegada dos bebês.

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Os colegas de trabalho de Kléber, marido da falsa grávida, fizeram uma vaquinha e arrecadaram 520 reais. Além disso, o casal recebeu doações de roupas, fraldas e demais produtos para bebês presentados pessoas, apresentadores de televisão e até shoppings de todo o Brasil.

A farsa durou pouco mais de um mês. Em janeiro, um obstetra de Taubaté disse que havia atendido Maria poucos meses antes e ela não estava grávida. Outros médicos também questionaram a barrigona e descobriram que o ultrassom exibido pelo casal era de uma criança de Blumenau, captado pela internet.

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Com a pressão, a pedagoga passou mal, recusou atendimento médico e acabou confessando a farsa. Debaixo do vestido largo, havia uma prótese de silicone e muitos tecidos.

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Mãe de um menino com oito anos na época, Maria disse que sonhava em ter meninas e enganou até o marido. Durante meses, ela disse que se escondeu no vestido largo, afirmando que estava gorda e cheia de estrias.

Por conta da repercussão da farsa, o casal precisou vender a escola infantil em Taubaté. Hoje em dia, eles vivem reclusos na cidade.

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