Imagem Blog

Pop! Pop! Pop!

Por Blog Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
Cultura pop, TV e o que repercute nas redes sociais
Continua após publicidade

‘Angelina Jolie Zumbi’ mostra o rosto pela 1ª vez após deixar a prisão

Jovem iraniana conta que usava truques para ficar com aparência cadavérica; ela foi presa em 2019

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 27 out 2022, 10h46 - Publicado em 27 out 2022, 10h43

Sahar Tabar, uma jovem iraniana, ficou conhecida internacionalmente como Angelina Jolie Zumbi. Ela revelou seu verdadeiro rosto e disse que usava edição de imagens e maquiagem para fazer as fotos que ficaram famosas.

“O que você via no Instagram era um efeito de computador que eu usei para criar aquela imagem”, disse a moça, cujo nome verdadeiro é Fatemeh Khishvand. Ela ainda disse que sempre teve o sonho de ser famosa e, por isso, usou dos truques para aparecer.

A jovem já chegou a afirmar que havia feito mais de 50 cirurgias para ficar parecida com Angelina Jolie. A primeira foto, postada por brincadeira, se tornou viral e ela decidiu continuar com as postagens.

+ A surpreendente história do interno da Fundação Casa que venceu o campeonato de xadrez

Em 2019, aos 19 anos, ela foi presa em Teerã por blasfêmia, incitação à violência, obtenção de renda por meios inadequados e incentivo de jovens à corrupção. Foram três anos de prisão e seu perfil no Instagram foi apagado.

Continua após a publicidade
Fatemeh Khishvand, a 'Angelina Jolie Zumbi'
Fatemeh Khishvand, a ‘Angelina Jolie Zumbi’ (TV Estatal/Reprodução)

Agora, já nas ruas, deu uma entrevista a uma TV estatal. Mostrou o rosto pela primeira vez e disse que que não usará as redes sociais novamente. “A internet era uma forma fácil de fazer isso (ficar famosa). Era muito mais fácil do que virar uma atriz. Com certeza eu nunca mais baixarei o Instagram no meu telefone”, afirmou a mulher.

O governo iraniano não deu detalhes sobre o motivo da libertação da jovem. A suspeita internacional é de que tenha sido um reflexo dos protestos após o caso de Mahsa Amini, 22, morta pela polícia da moralidade por não usar o hijab, véu obrigatório a mulheres. 

Publicidade

Essa é uma matéria fechada para assinantes.
Se você já é assinante clique aqui para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Domine o fato. Confie na fonte.
10 grandes marcas em uma única assinatura digital
Impressa + Digital no App
Impressa + Digital
Impressa + Digital no App

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique.

Assinando Veja você recebe semanalmente Veja SP* e tem acesso ilimitado ao site e às edições digitais nos aplicativos de Veja, Veja SP, Veja Rio, Veja Saúde, Claudia, Superinteressante, Quatro Rodas, Você SA e Você RH.
*Para assinantes da cidade de São Paulo

a partir de 49,90/mês

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.