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5 lições que aprendemos no primeiro dia do Monsters of Rock

Um balanço do primeiro dia do Monsters of Rock, que teve boas apresentações e o cancelamento de última hora do Motörhead. Confira: + 10 vezes em que Ozzy perdeu a noção 1. O Rival Sons tem bala na agulha Só quem nunca tinha ouvido a banda se surpreendeu com a recepção calorosa do público aos […]

Por VEJA SP
Atualizado em 26 fev 2017, 16h55 - Publicado em 26 abr 2015, 11h22

Um balanço do primeiro dia do Monsters of Rock, que teve boas apresentações e o cancelamento de última hora do Motörhead. Confira:

+ 10 vezes em que Ozzy perdeu a noção

1. O Rival Sons tem bala na agulha

Rival Sons

Rival Sons

Só quem nunca tinha ouvido a banda se surpreendeu com a recepção calorosa do público aos californianos. Rock básico, setentista, repleto de riffs espertos e sem muita complicação. Diante de metaleiros sedentos por um som mais acelerado e em um evento historicamente conhecido por ser impiedoso com quem se distancia minimamente da proposta original do festival, o Rival Sons, mesmo com um ar mais moderninho, agradou. Só que nem todas as bandas do dia tiveram tal competência.

2. Nunca escale o Black Veil Brides para um festival (seja ele qual for)

Reprodução/Instagram

Reprodução/Instagram

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O show mais pasteurizado e caricato do dia. A presença do conjunto nesta edição do Monsters foi tão constrangedora que até o vocalista se desculpou seguidas vezes por estar ali. “Se você nos odeia, perdoe-nos caso o tenhamos ofendido”, choramingava Andy Biersack. Impacientes, os fãs mais próximos ao palco gritavam pelo Motörhead, ao que Biersack respondia: “eu também adoro Motörhead, não entendo porque estão berrando o nome da banda para mim”.

3. Força, Lemmy!

Motörhead e Sepultura. Foto: Camila Cara

Motörhead e Sepultura. Foto: Camila Cara

Para a preocupação da ampla maioria de fãs que foi à Arena Anhembi com camisetas do Motörhead, o vocalista e baixista Lemmy Kilmister precisou cancelar sua participação no festival por ordens médicas devido a um “sério distúrbio gástrico, seguido de uma forte desidratação”. Assim que foi feito o anúncio, os fãs mostraram o apoio ao músico gritando nome dele. No lugar da apresentação original, o guitarrista Phil Campbell e o baterista Mikkey Dee foram acompanhados por Andreas Kisser, Derrick Green e Paulo Xisto, do Sepultura, em uma “jam session”. Juntos, eles tocaram Orgasmatron, hit do Motörhead que ganhou versão em 1991 no disco Arise, do Sepultura, e as outras favoritas da banda de Lemmy: Ace of Spades e Overkill.

4. O Judas Priest salva o dia

Judas-Priest_Rodrigo-Antonio_VEJA

Judas Priest. Foto: Rodrigo Antonio

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Se a saúde de Lemmy Kilmister é razão de inquietação, o mesmo não pode ser dito da de Rob Halford. Aos 63 anos, o líder do Judas Priest ainda surpreende por seu magnetismo e por sua presença de palco. A banda não estendeu a performance para “compensar” a ausência do Motörhead, como foi prometido momentos antes pela produção, mas mesmo assim entregou um show impecável, no qual Halford e seus companheiros de banda deram uma aula de heavy metal. Destaque, é claro, para Breaking the Law, Painkiller e Hell Bent For Leather, a qual foi introduzida pela tradicional entrada do vocalista no palco com uma Harley Davidson. No fim, Halford ainda disse: “te amamos Lemmy”.

5. Ozzy Osbourne nunca decepciona

Ozzy Osbourne

Ozzy Osbourne

Com o público devidamente mais tranquilo após a locomotiva de hits do Judas Priest, foi a vez do Príncipe das Trevas encerrar a noite. A fórmula do último show-solo apresentado por ele na cidade (em 2011, na turnê do disco Scream) quase não muda, mas não poderia ser diferente. Ozzy tem como trunfo uma carreira recheada de composições adoradas, seja do seu tempo com o Black Sabbath ou da trajetória sozinho. Mr. Crowley, War Pigs, Shot in The Dark, Iron Man e o encerramento apoteótico com Paranoid fizeram a alegria da plateia, que ainda recebeu um banho de espuma do cantor. Ninguém deve tê-lo avisado da crise hídrica em São Paulo e que, bem, não estava tão calor assim para alguém querer receber um banho.

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