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Filmes e Séries - Por Mattheus Goto

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Brasil em Cannes: filmes e atores que vão representar o país no festival

O prestigioso evento do cinema acontece de 14 a 25 de maio e terá 'Motel Destino', de Karim Aïnouz, entre os destaques

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 25 Maio 2024, 17h29 - Publicado em 2 Maio 2024, 13h50

O Festival de Cannes acontece de 14 a 25 de maio e vai mobilizar uma caravana brasileira, após indicações a prêmios. Duas produções do país estão nomeadas para a Palma de Ouro, uma entre os longas-metragens e outra entre os curtas.

O thriller erótico Motel Destino, do diretor cearense Karim Aïnouz, concorre na competição oficial com outros dezenove títulos. Será a sexta passagem de Aïnouz pelo evento, um recorde no cinema nacional — ele já levou os filmes Madame Satã (2002), O Abismo Prateado (2011), A Vida Invisível (2019), O Marinheiro das Montanhas (2021) e Firebrand (2022).

O longa foi filmado inteiramente no Ceará e tem como protagonistas os novatos Iago Xavier e Nataly Rocha, escolhidos após testes com mais de 500 atores. Fabio Assunção também foi escalado para um papel coadjuvante. Além do diretor e da equipe técnica, o elenco também estará presente no festival francês e já está com as malas prontas.

Motel Destino é o nome do estabelecimento de beira de estrada, o “principal personagem do enredo”, segundo Aïnouz. O local vira palco de um jogo de desejo, poder e violência quando se cruzam os caminhos de um jovem rapaz, recém-saído de uma instituição socioeducativa onde cumpria pena, e uma mulher, aprisionada em um relacionamento abusivo com um ex-policial.

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Cena de 'Amarela', de André Hayato Saito
Cena de ‘Amarela’, de André Hayato Saito (Divulgação/Divulgação)

Outra produção brasileira que vai representar o país é Amarela, escrito e dirigido pelo nipo-brasileiro André Hayato Saito, que está disputando a Palma de Ouro de Curtas. A obra foi selecionada entre 4420 inscrições e é a única latino-americana na categoria.

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O curta é ambientado em São Paulo em julho de 1998, no jogo da final da Copa do Mundo contra a França. Erika Oguihara (Melissa Uehara), uma adolescente nipo-brasileira de 14 anos, que rejeita as tradições de sua família japonesa, torce pela vitória do Brasil. A tensão aumenta com o passar da partida, até que a jovem sofre uma violência, que parece invisível, mas se revela uma grande dor.

Os vencedores em ambas as categorias serão revelados ao final do festival. O júri será presidido pela atriz e diretora Greta Gerwig e composto por Lily Gladstone (atriz), Eva Green (atriz), Juan Antonio Bayona (diretor e roteirista), Hirokazu Kore-eda (diretor) e Omar Sy (ator e produtor).

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