‘Oppenheimer’ é mais um estouro de Christopher Nolan nas telonas
Denso e verborrágico, filme sobre a criação da bomba atômica estreia na quinta-feira (20)
✪✪✪✪ Uma explosão. Foi o que o diretor Christopher Nolan criou, das mais diversas formas, em Oppenheimer, em cartaz nos cinemas.
O filme acompanha a invenção da bomba atômica, da ideia até suas consequências, pela equipe de cientistas do Projeto Manhattan durante a Segunda Guerra Mundial.
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A mente por trás de tudo é a do físico J. Robert Oppenheimer (Cillian Murphy). O protagonista está no epicentro da explosão cinematográfica que toma conta da tela por três horas.
Mesmo com essa duração, a obra é densa. A cadência narrativa tem um ritmo eletrizante, com diálogos intensos e cheios de conteúdo. Em paralelo com a história real, o enredo explora os desdobramentos políticos globais dessa criação e os impactos na vida pessoal do inventor.
O elenco é formidável. Além do ator principal, vale destacar Emily Blunt, como Kitty, esposa do protagonista, e Robert Downey Jr., no papel do oficial do governo Lewis Strauss — conhecido pelos filmes de super-herói, ele entrega uma performance surpreendente.
O design de som é um espetáculo à parte. Em rodadas de entrevistas com a imprensa norte-americana, Nolan disse que não usou efeitos visuais de computação gráfica. Mas, muito além da técnica empregada, Oppenheimer é um estouro na tela.
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