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Filmes e Séries - Por Barbara Demerov

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Com anti-heróis divertidos, O Esquadrão Suicida traz frescor e originalidade ao gênero de ação

Disponível na HBO Max, filme de James Gunn com Margot Robbie e Idris Elba abraça o inesperado, alcançando um alto nível de entretenimento

Por Barbara Demerov
17 set 2021, 06h00 •
A imagem mostras quatro atores do longa vestidos à caráter de seus personagens.
O Esquadrão Suicida: mortes inesperadas em uma equipe de desajustados (Divulgação/Divulgação)
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  • Após ser exibido nos cinemas, O Esquadrão Suicida, dirigido por James Gunn, já pode ser visto no catálogo da HBO Max. Uma verdadeira miscelânea dentro do gênero de heróis (ou, neste caso, anti-heróis), o filme entrega uma experiência tão divertida quanto inesperada e faz com que a versão homônima, lançada em 2016 e alvo de críticas, fique mesmo no passado.

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    Honrando o significado do título, a equipe formada por pessoas fora da lei sabe que não está 100% protegida e que pode perder integrantes a qualquer momento — sendo esse o elemento responsável por conceder um raro senso de urgência e dinamismo à narrativa.

    O elenco estelar é composto de Margot Robbie (que, mais uma vez, brilha na pele de Arlequina), Idris Elba, John Cena, Daniela Melchior, Joel Kinnaman, a brasileira Alice Braga, David Dastmalchian, entre outros. Apesar de conter uma missão independente no universo da DC Comics no cinema, a produção garante momentos memoráveis por causa da ação descontrolada e a ótima coordenação de Gunn. O cineasta preenche as duas horas de filme com sequências que destacam cada personagem (ainda que sejam breves), trazendo conteúdo a uma história relativamente simples.

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    Além disso, a atmosfera de “tudo pode acontecer” é o motor do time, novamente liderado pela duvidosa mentora Amanda Waller (Viola Davis). As consequências se intensificam a cada pequeno avanço na delicada missão principal: destruir o laboratório de um grande experimento feito em uma cidade que acaba de levar um golpe militar.

    Inicialmente dividido em duas equipes, o esquadrão vai se conhecendo melhor e constrói uma ligação sincera e também agressiva, fazendo jus à sua natureza. Atritos que não eram esperados por Waller acontecem na cidade e em seu escritório, acrescentando muita violência às cenas. Mas, apesar de ser explícito, o atributo que James Gunn faz questão de destacar praticamente o tempo todo nunca perde seu espírito irônico e jocoso, típico de cada membro. O Esquadrão Suicida certamente é um respiro em um gênero que requer criatividade e audácia.

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    Publicado em VEJA São Paulo de 22 de setembro de 2021, edição nº 2756

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