“Imortais”
Por Miguel Barbieri Jr. Não se deixe levar pelo trailer, que reúne as melhores e mais impactantes cenas. Por se tratar de uma aventura épica, nos moldes visuais e dos mesmos produtores de 300, esperava-se algo semelhante. Mas a mão pesada e o gosto duvidoso do diretor do horrendo A Cela (2000) comprometem o andamento […]
Por Miguel Barbieri Jr.
Não se deixe levar pelo trailer, que reúne as melhores e mais impactantes cenas. Por se tratar de uma aventura épica, nos moldes visuais e dos mesmos produtores de 300, esperava-se algo semelhante. Mas a mão pesada e o gosto duvidoso do diretor do horrendo A Cela (2000) comprometem o andamento do longa-metragem, ainda pior do que seu “primo” mais próximo, Fúria de Titãs.
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A trama se passa em 1226 a.C. e envereda pela Grécia antiga a fim de retratar um pouco da mitologia. Para expandir seu império, o rei Hipérion (Mickey Rourke) dizima a aldeia onde mora o camponês Teseu (o bonitão Henry Cavill, o novo Superman) e mata a mãe dele. O rapaz, então, prepara um contra-ataque e tem uma ajudinha dos deuses, sobretudo de Zeus (Luke Evans), para combater o tirano. Se como “lição de história” a fita se mostra confusa e anêmica, a direção de arte cafonérrima e as atuações canastronas exibem os defeitos mais gritantes. A ação é rala e os enquadramentos fechados também evidenciam a falta de criatividade do realizador.








