A cerveja que virou prédio
Se muitos moradores de prédios mal conhecem o vizinho de porta, é razoável imaginar que também deem de ombros para a origem do nome do edifício em que moram. Mas ao menos os cervejeiros de carteirinha ou conhecedores das fermentadas belgas deverão se sensibilizar com os condomínios Chimay, Orval, Kasteel, Hoegaarden e até o Reserva […]
Se muitos moradores de prédios mal conhecem o vizinho de porta, é razoável imaginar que também deem de ombros para a origem do nome do edifício em que moram. Mas ao menos os cervejeiros de carteirinha ou conhecedores das fermentadas belgas deverão se sensibilizar com os condomínios Chimay, Orval, Kasteel, Hoegaarden e até o Reserva Carolus. Tão curioso quanto o motivo do batismo desses locais, ainda em construção, é imaginar como seus futuros habitantes pronunciarão seus nomes.
+ Marcas de cerveja ganham bares próprios na capital
Se faltam respostas para o segundo cenário, o primeiro tem uma explicação simples. A Construtora AUC decidiu dar nome de cervejas a seus lançamentos porque, além da empresa, seus sócios possuem um bar especializado na bebida em Santo André, o Asgard. “Geralmente se dão aos prédios nomes de cidade, flor, mulher, e queríamos fazer algo diferente. Como gostamos de cervejas belgas, veio a ideia”, explica Jorge Leite, sócio-diretor da construtora.
+ Monges gaúchos fazem cerveja na panela
Dos empreendimentos lançados pela AUC – concentrados no ABC paulista e em Sorocaba -, apenas um não tem nome de cerveja. “Mas apenas porque é uma sociedade e o nosso parceiro já tinha um nome.” Entre eles, o Chimay, um conjunto de lofts em Santo André, é o que está em estágio mais avançado de obras. Ainda na prancheta para serem lançados estão o Leffe e o Hopus.
Leite afirma que os empreendimentos da construtora vinculados ao programa federal Minha Casa, Minha Vida terão nomes de pronúncia mais simples, como Carolus e Orval. “Já os mais complexos, como Hoegaarden, nós usamos em prédios comerciais, onde há pessoas que já sabem de imediato que é um nome também utilizado na cerveja.” Para ele, não deve haver questionamento dos produtores das “xarás” fermentadas. “A maior parte dos nomes também é a dada às cidades na Bélgica, e além disso são produtos totalmente diferentes.” Os logotipos do material de divulgação dos prédios também guardam lembrança com os das cervejas.


Quem são os médicos mortos em Alphaville
Gianni se dedica à tradição italiana e acerta nos clássicos
Henri Castelli: o que se sabe sobre agressão que desfigurou rosto do ator
Quem foi Ângela Diniz e por que sua história atrai tanta atenção?
Cidade Matarazzo ganha o formidável complexo gastronômico Mata Città





