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Exceção: quem poderá continuar no ensino remoto após a retomada presencial

Governo paulista divulgou nesta quarta-feira (13) que atividades escolares iniciam retorno total na próxima semana

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 13 out 2021, 14h34 - Publicado em 13 out 2021, 14h33

O governador João Doria (PSDB) anunciou a volta obrigatória das aulas presenciais na rede pública e privada de São Paulo para a próxima segunda-feira (18).

Até o dia 3 de novembro, o distanciamento de 1 metro entre as carteiras e o revezamento entre os alunos poderá ser adotado. Depois dessa data, as medidas deixam de ser válidas. As regras são para a rede municipal, estadual e privada. De acordo com a gestão tucana, 97% dos profissionais de educação estão com o esquema vacinal completo e 90% dos adolescentes de 12 a 17 anos já tomaram a primeira dose contra a Covid-19.

A exceção à obrigatoriedade do retorno presencial, no entanto, vale para alguns grupos de alunos. São eles:

– Jovens pertencentes ao grupo de risco, com mais de 12 anos, que não tenham completado seu ciclo vacinal contra Covid-19;

– Jovens gestantes e puérperas;

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– Crianças menores de 12 anos pertencentes ao grupo de risco para Covid-19 para as quais não há vacina contra a doença aprovada no país;

– Jovens com mais de 12 anos com comorbidades e que não tenham completado o ciclo vacinal contra COVID-19;

– Estudantes com condição de saúde de maior fragilidade à Covid-19, mesmo com o ciclo vacinal completo, comprovada com prescrição médica para permanecer em atividades remotas.

O uso de máscaras segue obrigatório para todos, assim como a utilização de álcool em gel e equipamentos de proteção individual para os professores e funcionários.

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