Vinho químico pode virar um problema de saúde pública
Mistura de álcool com corante e essência de groselha, coquetel explosivo circulou pela última Virada Cultural
Durante a última edição da Virada Cultural, a Subprefeitura da Sé fez valer a lei seca e recolheu 31 toneladas de bebidas com ambulantes que tentavam burlar a proibição. O que mais chamou atenção foi que boa parte da mercadoria apreendida era composta de garrafas de um produto batizado de vinho químico.
Trata-se de uma mistura de álcool com corante e essência de groselha, com teor alcoólico de 96% (cerca do dobro do que é encontrado em uma cachaça). Esse coquetel explosivo já havia circulado no ano passado durante a Parada Gay, mas em uma quantidade menor.
Segundo os especialistas, a bebida tem potencial para virar um problema de saúde pública. “O dano imediato é a irritação da boca, da faringe, do esôfago e do estômago”, explica Ana Cecília Marques, membro da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead). “Quando chega ao fígado, essa bebida demora mais para ser metabolizada.”
Morre em SP jornalista Conrado Corsalette, aos 47 anos
Filha de Olavo de Carvalho, Heloísa de Carvalho morre aos 56 anos em Atibaia
Vera Magalhães encerra contrato com a TV Cultura; veja pronunciamento
Pré-Carnaval 2026 em SP: guia com ensaios de blocos e festas em janeiro
IPTU 2026: Prefeitura de SP abre consulta e calendário de pagamento; saiba como garantir desconto





