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Verão: calor eleva risco de aparecimento de escorpiões

As altas temperaturas e maior volume de chuvas favorecem a proliferação desses animais e aumentam a probabilidade de incidência em áreas urbanas

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
14 jan 2026, 14h48 •
Escorpião
O maior grupo de risco são crianças de até 10 anos (Butantan/Governo de SP/Reprodução)
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  • Nesta quarta-feira (14), o Governo de São Paulo emitiu um alerta sobre o maior risco de incidência de escorpiões durante o período de verão.

    Segundo a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP), o estado contabilizou 42.526 ocorrências envolvendo escorpiões em 2025, com duas mortes. As condições climáticas típicas desta época do ano, marcada por altas temperaturas e maior volume de chuvas, favorecem a proliferação desses animais e aumentam a probabilidade de sua presença em áreas urbanas e residenciais.

    Saiba como se prevenir

    Há medidas simples de prevenção que podem ser adotadas, como:

    • Manter quintais, jardins e áreas de serviço limpos, sem entulho ou restos de construção, que servem de abrigo para escorpiões e outros animais;
    • Evitar acumular lixo, folhas secas e madeira; guarde objetos em locais elevados;
    • Vedar frestas em paredes e pisos, use telas em ralos e batentes de portas;
    • Ao andar em áreas verdes, usar calçados fechados e luvas, principalmente, ao manusear materiais empilhados;
    • Guardar calçados em sacos plásticos ou caixas;
    • Guardar brinquedos de crianças em local alto e em caixas fechadas;
    • Sacudir roupas, toalhas e calçados antes de usá-los.

    “A prevenção começa dentro de casa e no entorno das residências. A limpeza regular de quintais e a correta destinação dos resíduos reduzem os abrigos e a oferta de alimento para os escorpiões, diminuindo o risco de acidentes”, explica Tatiana Lang, diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) da SES-SP.

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    Quais são os sintomas da picada de escorpião?

    Após a picada, o sintoma mais frequente é dor intensa no local. Em situações de maior gravidade, podem surgir náuseas, suor excessivo, agitação e alterações nos batimentos cardíacos e na respiração. Crianças de até 10 anos estão entre as mais vulneráveis a quadros graves, que podem evoluir rapidamente, e demandam atendimento médico imediato.

    A CVE orienta que, diante de qualquer suspeita de picada de escorpião, mesmo quando o animal não é visualizado, a pessoa procure imediatamente um serviço de saúde e relate a suspeita do acidente, evitando a adoção de medidas caseiras e assegurando a avaliação e o atendimento adequados.

    Para localizar o Ponto Estratégicos de Soro Antiveneno (PESAs) mais próximo basta acessar o site: https://cievs.saude.sp.gov.br/soro/.

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