Veja recomenda peça Livro dos Monstros Guardado; veja programação
Confira algumas das principais atrações da cidade nesta semana selecionadas por VEJA SÂO PAULO
Crianças
Sombras e Luz. Montada no museu parisiense Cité des Sciences et de L’Industrie em 2005, a exposição ocupa agora a área de convivência do Sesc Pompeia. Trata-se de um divertido passeio pela casa do cientista (de mentirinha) Arquimedes Sombra, colecionador de cacarecos e estudioso da óptica. Cada um dos sete cômodos é ocupado por curiosas instalações interativas. O Laboratório, por exemplo, explica as propriedades físicas da sombra e suas aplicações, como a ampliação fotográfica. Tudo de forma lúdica.
TeatroO Livro dos Monstros Guardados. Escrito por Rafael Primot, o drama em cartaz no Teatro Imprensa pretende decifrar o lado obscuro do ser humano. Denso e detalhista, o texto centra-se em sete personagens e traz monólogos fundidos para radiografar um universo de obsessivos e desajustados. Um executivo que revela fantasias sexuais, um sujeito maníaco por limpeza e uma mulher obcecada por caridade se contrapõem a uma garotinha e a um jovem com problemas urinários, por exemplo. Hábil, o diretor Zé Henrique de Paula alinhava bem a amargura e a ironia desses tipos esquizofrênicos. Do elenco, as luzes se voltam para Sandra Corveloni, premiada em Cannes pelo filme Linha de Passe. Quem chama atenção, porém, são Patrícia Pichamone e Otávio Martins, capazes de envolver a plateia na trama. Luciano Gatti, Daniel Tavares, Fabio Redkowicz e Fabrício Pietro completam o time.
Dança
Ballet National de Marseille. Em 2004, o coreógrafo belga Frédéric Flamand foi convidado para dirigir o balé fundado há 37 anos por Roland Petit na cidade francesa de Marselha. A soma da tradição do grupo com as inovações de Flamand rendeu excelentes resultados. Em sua primeira turnê pelo Brasil, a companhia francesa apresenta no Teatro Alfa a coreografia Métamorphoses (2007), baseada em narrativa sobre personagens mitológicos escrita pelo poeta romano Ovídio (43 a.C.-17 d.C.). Os irmãos designers Fernando e Humberto Campana criaram os cenários e os figurinos dos dezessete bailarinos, que se exibem ao som de música erudita, jazz e batidas eletrônicas. Objetos em movimento, luzes coloridas e roupas divertidas realçam as cenas tão diferentes entre si que nem parecem pertencer ao mesmo espetáculo
Show
Simone. Mergulhada há um bom tempo em um romantismo exagerado, a cantora Simone, que completa 60 anos em dezembro, dá uma bem-vinda revigorada em sua carreira. Ela lança em três apresentações no recém-inaugurado Teatro Bradesco, dentro do Bourbon Shopping, o CD Na Veia, o primeiro de inéditas após cinco anos. A lista de compositores gravados inclui desde o pouco conhecido paulistano Paulo Padilha aos figurões Martinho da Vila, Marina Lima e Adriana Calcanhotto autora de duas músicas, uma delas em parceria com o poeta Ferreira Gullar. Entre as canções do novo disco, prometem soar bem no palco o samba feliz Ame, de Paulinho da Viola, e a balada Hóstia, de Erasmo Carlos e Marcos Valle. Também vale esperar por antigos sucessos, como Tô que Tô e Face a Face. Um quinteto acompanha a estrela.
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