Tiago Leifert
Mesmo sem ter calçado a chuteira nem viajado para a África do Sul, o apresentador do programa "Central da Copa" marcou um golaço
Com seu estilo despojado e sacadas ágeis, esse rapaz loirinho de olhos azuis caiu nas graças do público. Ao apresentar o programa “Central da Copa”, um bate-papo sobre o Mundial da África do Sul com até onze inserções diárias, uniu tecnologia e informalidade. Sua fórmula deu certo.
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Tiago, 30 anos, ganhou carta branca da Rede Globo para improvisar e colocar no ar as brincadeiras que bem entendesse. Fez gracinhas com jogadores e tirou onda de Galvão Bueno em algumas situações — mostrou o narrador “chacoalhando o esqueleto” em sua bancada ao som do Black Eyed Peas e aderiu à campanha do Twitter “Cala Boca Galvão”. O moço também pagou seus micos. Certa vez, dançou o hit de axé “Rebolation” ao vivo. Não sem ficar um pouco ruborizado.
“Pode não parecer, mas sou muito tímido”, diz. À frente do “Globo Esporte” de São Paulo desde 2009, ele acumula o posto de editor-chefe. Coordena uma equipe de oito pessoas e trabalha onze horas por dia. “Com bloco na mão, assisto em minha casa a quatro partidas de futebol ao mesmo tempo”, jura. Nas horas vagas, não consegue deixar o esporte de escanteio. Pelo videogame PlayStation 3, joga em rede com figuras como o atacante santista Neymar. “Eu amo o meu trabalho.”
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