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Três suspeitos de matar advogado em Higienópolis são presos

Luiz Fernando Pacheco foi encontrado morto na manhã de quinta-feira (2), após tentativa de assalto

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4 out 2025, 12h34 •
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O advogado Luiz Fernando Pacheco (Divulgação/Divulgação)
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  • A polícia prendeu temporariamente três investigados por envolvimento na morte do advogado Luiz Fernando Pacheco, de 51 anos, foram presas na sexta (3), segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP).

    O homem foi encontrado desacordado na rua em Higienópolis na manhã de quinta-feira (2). Imagens de câmeras de segurança da região que mostram um casal abordando o advogado. No vídeo, o homem tenta  segurar algo na mão de Pacheco. Segundo a tese policial, ele tentou roubar o celular e o relógio da vítima, que teria resistido e levado golpes de ambos. A Polícia Civil de São Paulo investiga a morte como latrocínio.

    Uma mulher que passava nas proximidades da rua Itambé o encontrou e acionou a polícia. Segundo a testemunha, ele havia passado mal e apresentado dificuldades para respirar.
    O advogado, então, foi levado pelo Samu ao Pronto-Socorro da Santa Casa, mas não resistiu.

    Desaparecimento

    Foi encontrado um B.O de desaparecimento do dia 30 de setembro, indicando que Pacheco estava sumido há 36 horas.

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    Na noite do desaparecimento, ele enviou uma mensagem para amigos informando que estava bebendo whisky em um bar. Quando ele parou de enviar mensagens, o grupo se preocupou e passaram a madrugada tentando achá-lo.

    Quem era Luiz Fernando Pacheco

    Luiz Fernando Pacheco tinha 51 anos e era membro do Grupo Prerrogativas, coletivo jurista progressista da cidade de São Paulo. Ele atuou na defesa do ex-presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) José Genoino durante o Mensalão.

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    Os colegas do coletivos publicaram uma nota lamentando a perda do advogado. “O Grupo Prerrogativas está de luto. E a advocacia também. Perdemos um de nossos sócio-fundadores. Um dos mais brilhantes, mais generosos, mais solidários e mais combativos advogados do país. Seguirá nos inspirando e vivendo no melhor de cada um de nós. Mais um latrocínio ao que parece. As circunstâncias desta morte violenta e inaceitável devem ser rigorosamente apuradas. Não aceitaremos que este episódio lamentável seja convertido em mais um dado estatístico”.

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