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Enquete: Você se sente seguro em São Paulo?

Apesar da queda no número de homicídios, o aumento dos casos de latrocínio e os arrastões colocam a  falta de segurança entre os temas que mais preocupam os paulistanos

Por Redação Veja São Paulo
4 jun 2013, 14h25 • Atualizado em 5 dez 2016, 15h56
  • A julgar por uma pesquisa divulgada em março pelo Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americanos, São Paulo é um lugar seguro. O estado ficou na 24ª posição do ranking da violência no país, numa lista que inclui 26 estados e o Distrito Federal. Alagoas, Espírito Santo e Pará ocupam os três primeiros lugares. Segundo dados desse estudo, de 2000 a 2010, a queda no número de homicídios em São Paulo foi de 67,5%, com uma taxa de 9,3% de casos para 100 mil habitantes. Em contraponto, nos primeiro quatro meses de 2013 ocorreram 54 latrocínios (roubo seguido de morte) na capital, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP). Destes, catorze apenas no mês de abril. No mesmo periodo de 2012, foram 31 casos _101 no ano todo.

    O aumento dos latrocínios, somado à recente onda de arrastões em restaurantes e bares, os furtos registrados durante a Virada Cultural, em maio, e uma série de crimes em bairros nobres dão a sensação de que a capital está mais violenta. O caso do funcionário do Colégio Sion Eduardo Paiva, morto durante um assalto na segunda (3), em frente à escola, em Higienópolis, junta-se a outras tragédias que causaram comoção. Em abril, o estudante de jornalismo Vitor Hugo Deppman, de 19 anos, foi assassinado após ter entregue o celular ao assaltante, em frente ao prédio onde morava, no Belém (Zona Leste). Um mês depois, o também estudante Bruno Pedroso Ribeiro, de 23 anos, foi baleado próximo à PUC, em Perdizes, mas sobreviveu. Na mesma noite, o balconista Ediomario dos Reis Silva, 22, foi assassinado em Pinheiros por assaltantes que levaram sua mochila e o celular.

     

     

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