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Sambódromo será palco de etapa do mundial de carros elétricos, a Fórmula E

Prefeitura quer fazer de evento grande chamariz para a semana de sustentabilidade

Por Clayton Freitas
Atualizado em 27 Maio 2024, 21h55 - Publicado em 3 jun 2022, 06h00

O Sambódromo do Anhembi receberá novamente uma etapa de automobilismo em 2023, dez anos após a última vez que isso ocorreu, em 2013, com a Fórmula Indy. Mas o que entrará em cena agora são os carros elétricos da Fórmula E, veículos que, assim como os da Indy, superam os 300 quilômetros por hora, porém, são muito mais silenciosos (não têm o ronco característico e quase ensurdecedor dos motores) e menos poluentes.

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A etapa no circuito paulistano está prevista para março. A ideia da prefeitura de São Paulo é que a prova seja a “cereja do bolo” de uma série de atividades ligadas à sustentabilidade, em calendário que ainda está sendo planejado pela empresa que gerencia o turismo e eventos na capital, a SPTuris. “A nossa expectativa é muito alta, já que a Fórmula E é transmitida em quase 180 países e teremos a cidade de São Paulo aparecendo para o mundo todo”, afirma Gustavo Pires, 30 anos, presidente da empresa.

Carro de fórmula E correndo
Fórmula E: pouco ruído a 300 quilômetros por hora (Sam Bagnall/LAT Images/Divulgação)

Ele foi o representante da gestão Ricardo Nunes (MDB) na assinatura do acordo, no início de maio, em Mônaco. O contrato, do qual faz parte ainda a GL Events, responsável pelo Anhembi, prevê cinco anos de realização da prova na capital.

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Uma boa notícia aos motoristas que precisam usar a Marginal Tietê é que o traçado da pista a ser montada no Sambódromo para a Fórmula E será diferente do que foi feito para a Indy. Dessa vez, a via não será utilizada, e os carros devem sair da pista do Sambódromo e seguir um caminho que passa pela Avenida Olavo Fontoura, ao lado do aeroporto do Campo de Marte.

A Fórmula E é uma categoria nova, criada em 2014, e já conta com a participação constante de pilotos brasileiros. Dois deles inclusive já foram campeões: Nelson Piquet Jr., em 2014/2015; e Lucas Di Grassi (2016/2017).

O paulistano Di Grassi já se empenhou pessoalmente para trazer a prova para o Brasil, num circuito que passaria pelo Parque Ibirapuera, ideia que não prosperou. “É um passo importante para a eletrificação do mercado automotivo brasileiro. Não há nada como o orgulho e a incrível energia dos fãs de corrida brasileiros”, afirmou o piloto, em comunicado da Federação Internacional de Automobilismo (FIA).]

Di Grassi: campeão em 2017
Di Grassi: campeão em 2017 (Sam Bloxham/LAT Images)/Divulgação)

Além de Di Grassi, que disputa a atual temporada pela equipe ROKiT Venturi Racing, Sérgio Sette Câmara corre pela Dragon/Penske Autosport. Até agora, porém, não há confirmação de que eles estarão nos cockpits dos carros elétricos no Sambódromo, já que as suas equipes passam por mudanças.

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Publicado em VEJA São Paulo de 8 de junho de 2022, edição nº 2792

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