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Promotoria quer que atropelador da USP responda por homicídio doloso

Um das vítimas, o corredor Álvaro Teno, 67, não resistiu aos ferimentos e morreu no Hospital Universitário; motorista estava embriagado

Por Redação VEJA SÃOPAULO.COM
Atualizado em 5 dez 2016, 14h11 - Publicado em 16 ago 2014, 11h40

O Ministério Público pediu neste domingo (17) que o pedreiro Luiz Antonio Conceição Machado, 43, preso após atropelar cinco pessoas ontem na USP, responda por homicídio doloso (com intenção), e não culposo (sem intenção). Uma das vítimas, o aposentado Álvaro Teno, 67, morreu. O motorista estava embriagado. 

A promotora Juliana Amélia Gasparetto de Toledo Silva pediu a prisão preventiva de Machado, que continua detido no 91º DP.

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O condutor disse à polícia que perdeu o controle do veículo após cochilar. Ele foi submetido ao teste do bafômetro, que registou 0,54 decigramas de álcool por litro de ar – valor acima do permitido. 

O acidente deixou quatro pessoas feridas e uma morta na manhã de ontem na Cidade Universitária.  Álvaro Teno chegou a ser levado para o Hospital Universitário, mas não resistiu aos ferimentos. O corpo do corredor foi enterrado neste domingo, no Cemitério do Araçá.

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Segundo a Polícia Militar, duas mulheres, de 35 e 51 anos, e um homem, de 31 anos, foram encaminhados para os hospitais Albert Einstein e Metropolitano. Todos tiveram alta entre a tarde e a noite de ontem. 

Um relato publicado na página Divas que Correm, no Facebook, identifica a quinta vítima como Eloísa Pires do Prado, 43, que estava grávida e foi levada pelo helicóptero Águia para o Hospital Samaritano. Após cirurgia, o último boletim médico comunicou que ela ainda estava em recuperação. A família não autorizou maiores informações.

Até o momento, VEJA SÃOPAULO.COM não conseguiu contatar os defensores do motorista. 

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