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Prefeitura vai contratar 5 000 mães para a rede municipal de ensino

Ideia é que elas fiscalizem os protocolos de higiene contra a Covid-19; salário é de cerca de R$ 1 000 mensais

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 16 fev 2021, 11h04 - Publicado em 16 fev 2021, 10h53

A prefeitura de São Paulo deve contratar 5 000 mães de alunos da rede pública do município para trabalhar nas escolas. Elas serão responsáveis por verificar o cumprimento dos protocolos de saúde contra a Covid-19 no ambiente de ensino. 

Voltado para mulheres desempregadas, o valor do salário é de cerca de R$ 1 000 mensais por, provavelmente, seis meses. Entre as responsabilidades estão: aferir a temperatura dos alunos na entrada das escolas, higienizar equipamentos da instituição, em especial os de uso coletivo, e fiscalizar o cumprimento de normas, como o respeito do distanciamento e uso correto das máscaras. 

A Secretaria municipal de Educação afirmou que irá detalhar mais como será o processo futuramente.

As atividades presenciais nas escolas da rede municipal da capital paulista foram retomadas nesta segunda-feira (15). Suspensas desde março do ano passado, a volta dos alunos, no entanto, não deve ser tranquila: com greve de professores e unidades sem contratos para prestação de serviços de limpeza, o cenário é longe do ideal.

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