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Os bingos-fantasma da cidade

Proibidos de funcionar já há alguns anos, espaços seguem sem inquilino graças ao valor do aluguel

Por Mauricio Xavier [Com reportagem de Danila Moura, Júlia Gouveia, Lívia Roncolato e Mariana Barros] Atualizado em 5 dez 2016, 15h57 - Publicado em 30 Maio 2013, 17h59

Apesar de os bingos terem sido proibidos em 2001, algumas casas continuaram funcionando até 2007, amparadas por liminares. Em São Paulo, quando o Supremo Tribunal Federal derrubou essas permissões, dezenas de imóveis fecharam as portas. A falta de perspectiva de uma retomada no negócio fez com que proprietários desses endereços partissem em busca de locatários ou compradores.

A ampla metragem e a boa localização estão entre os entraves para encontrar interessados, pois são fatores que encarecem demais a transação. Abaixo, alguns exemplos de endereços que seguem vazios, com os respectivos valores pretendidos para a locação mensal.

Pamplona: Rua Pamplona, 1.418, Jardins 1.950 metros quadrados 100 mil reais;

Circus: Avenida Ibirapuera, 2.601, Moema 2.300 metros quadrados 276 mil reais;

Imperador: Avenida Sumaré, 581, Perdizes 3.400 metros quadrados 300 mil reais.

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