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Após morte de policial, agentes entram em estado de “alerta verde”

Delegado-geral emitiu comunicado pedindo que atenção seja redobrada; policial foi assassinado em tentativa de assalto na Zona Leste no último sábado

Por Redação VEJA SÃOPAULO.COM 30 jul 2014, 16h49 | Atualizado em 5 set 2025, 17h36
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Após caso envolvendo a morte de um policial civil no último sábado (26), o delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Luiz Maurício Souza Blazeck, emitiu alerta de estado nível verde para a corporação. Na prática, os policiais de todo o Estado precisam adotar algumas medidas de segurança contra possíveis ataques criminosos.

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Um agente de 43 anos foi morto a tiros em uma tentativa de assalto na Vila Formosa, Zona Leste, por volta das 22 horas de sábado. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu.

Em seu comunicado, Blazeck pede que os policiais redobrem a atenção, não apenas durante o exercício das atividades profissionais rotineiras, como também nos respectivos deslocamentos, durante o horário de trabalho e fora dele”. Também frisa que nenhum pode conduzir sozinho uma viatura.

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O alerta verde é o primeiro nível de segurança. Outras duas indicações exigem mais atenção dos policiais. O amarelo indica a eminência de ataques à população e instituições públicas e privadas.

Já o vermelho, o mais grave, é usado quando os ataques realmente acontecem. Nesse caso, são aplicadas ações como convocação geral de todos os policiais, plano de contingência e até mesmo a criação de uma sala de situação, onde a cúpula da Segurança Pública do Estado determina as medidas necessárias para conter a violência.

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A última vez que a polícia emitiu alerta verde foi em março deste ano, quando o líder do PCC (Primeiro Comando da Capital), o traficante Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, e outros três criminosos da facção foram transferidos para o RDD (Regime Disciplinar Diferenciado). 

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