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Mês do Consumidor: dicas para evitar prejuízos e ciladas nas compras

Ipem-SP recomenda orientações ao comprar diversos tipos de produtos

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
10 mar 2026, 11h12 • Atualizado em 11 mar 2026, 10h48
Mês-consumidor
 (Governo de SP/Divulgação)
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  • O mês de março é marcado pelo Dia Mundial do Consumidor (15) e, com ele, uma enxurrada de promoções invade o comércio paulistano. Por conta disso, o Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo) reforça a importância de conferir itens de segurança e procedência antes de passar o cartão.

    Confira as principais orientações para as categorias mais procuradas nesta temporada:

    Itens infantis

    Brinquedos comprados no comércio informal podem conter materiais tóxicos ou peças que se soltam facilmente. Confira o selo do Inmetro, que é obrigatório e garante que o produto passou por testes de segurança. Além disso, verifique se o item é adequado ao desenvolvimento da criança para evitar riscos de asfixia ou cortes. A embalagem deve conter CNPJ e endereço do fabricante ou importador.

    Eletrodomésticos

    Observe a escala colorida de A a G na etiqueta de energia. Produtos com a letra A são mais eficientes e gastam menos energia. No caso de lavadoras e fogões, as informações sobre consumo de água e gás também devem estar visíveis para ajudar no cálculo do custo-benefício a longo prazo.

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    Produtos Têxteis

    Roupas e itens de cama, mesa e banho precisam seguir regras rígidas de identificação. A etiqueta deve estar em português e conter a composição com porcentagem de cada fibra; símbolos ou textos que orientam sobre lavagem, secagem e passadoria; país de fabricação; CNPJ do fabricante e indicação de tamanho.

    Outra dica é exigir sempre a nota fiscal. Ela é o seu principal documento para trocas, garantias e eventuais reclamações junto aos órgãos de defesa do consumidor.

    As empresas que descumprirem as normas de identificação e segurança estão sujeitas a multas que podem chegar a R$ 1,5 milhão, segundo o Ipem-SP.

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